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A CIM do Tâmega e Sousa instalou ontem a Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Tâmega e Sousa

Decorreu na segunda-feira, dia 24 de janeiro, no Auditório do Museu Municipal de Penafiel, a instalação da Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Tâmega e Sousa. A sessão foi presidida pelo Presidente do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), Pedro Machado, que preside também a esta Comissão, e contou com a participação do Vogal da AGIF – Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, I.P., Paulo Mateus, entidade responsável pelo planeamento, coordenação estratégica e avaliação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) a nível nacional.

Esta Comissão Sub-regional é responsável, ao nível da sub-região do Tâmega e Sousa, pela execução da estratégia de gestão integrada de fogos rurais, pela articulação dos programas de gestão do fogo rural e de proteção das comunidades contra incêndios rurais.

A gestão do SGIFR é regionalizada, logo, esta Comissão Sub-regional tem a função de elaborar e aprovar, em articulação com a AGIF, o Programa Sub-regional de Ação, que define os projetos a implementar à escala intermunicipal para dar resposta às fragilidades do sistema e diminuir a exposição ao risco em matéria de fogos rurais.

O Presidente da CIM do Tâmega e Sousa e também Presidente da Comissão Sub-regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Tâmega e Sousa destacou “O que se pretende é que haja orientações nacionais e respostas planeadas e concertadas a nível regional e a nível sub-regional, para além, depois, das abordagens ao nível municipal. Existem investimentos que devem ter uma lógica supramunicipal e daí a importância de planearmos isto a uma escala NUT II e NUT III”.
Pedro Machado referiu ainda que a missão desta Comissão não se foca apenas no combate aos fogos rurais, uma vez que “pretende-se intervir também ao nível da valorização do território, da floresta, da agricultura, dos recursos endógenos, das atividades económicas, porque para prevenir os fogos temos de ter ocupação equilibrada do território”.

Paulo Mateus, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, concordou com Pedro Machado sobre o novo modelo de governança afirmando que “O modelo de planeamento é um modelo integrado, holístico, que considera todas as entidades como importantes e que têm de fazer o seu trabalho para que tudo funcione. É um modelo de planeamento construído de forma integrada que considera as necessidades e as expectativas no nível sub-regional”.