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O projeto BTinova 2.0 pretende “posicionar o Baixo Tâmega como destino turístico de excelência”

Os sete municípios que integram o projeto BTinova 2.0 reuniram pela primeira vez no passado dia 28 de janeiro no Salão Nobre da Câmara Municipal de Amarante. A primeira reunião  contou com a presença dos novos executivos camarários, que fazem parte da Associação de Municípios do Baixo Tâmega e que com a Associação Empresarial de Amarante são líderes do consórcio da candidatura ao Sistema de Ações Coletivas – Qualificação, aprovada pelo NORTE 2020. O projeto visa a promoção do roteiro Enogastronómico “Verde Sentido”, a certificação de produtos da região e novas ações de qualificação dos agentes do território do Baixo Tâmega.

A reunião foi liderada pela Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses e atual Presidente da AMBT, Cristina Vieira, e contou também com membros dos executivos das Câmaras Municipais de Amarante, Baião, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Resende.
A Presidente da AMBT destacou que “O encontro permitiu operacionalizar as próximas etapas do projeto, estando previsto o arranque das ações de qualificação das empresas em fevereiro, através de ações conjuntas nas áreas do marketing digital, harmonização de vinhos e estruturação da oferta turística. Segue-se um conjunto de ações de capacitação individuais em empresas ligadas ao setor do enoturismo, que irão integrar o roteiro “Verde Sentido”. Trata-se da aposta mais distintiva deste projeto e uma marca que tem vindo a associar os operadores turísticos, os restaurantes e as unidades hoteleiras, em torno da ideia de oferecer serviços de animação turísticade excelência e em parceria”.

O projeto tem como objetivos a estruturação e posicionamento do Baixo Tâmega, enquanto destino turístico de excelência no segmento do enoturismo, através da qualificação do destino, bem como dos operadores privados associados ao Vinho Verde e ao capital endógeno, reforçando a visibilidade e incrementando os índices de competitividade e inovação das PME’s abrangidas. O BTinova 2.0 inclui ainda o desenvolvimento dos processos de certificação de sete produtos endógenos da região, um por município, tais como: o anho assado com arroz de forno, o mel do Marão, os doces conventuais de Amarante, a maçãs de Basto, o fumeiro de Baião e os citrinos da Pala, já iniciados no projeto anterior e que serão agora retomados nesta segunda edição do projeto. Serão também contemplados novos produtos dos municípios de Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto e Resende.
Entre as ações definidas destacam-se ainda a promoção da conferência “Great Wine Capitals”, a participação na Feira BTL’22, o lançamento do website e a APP “Verde Sentido”, a realização de uma press trip e a campanha de marketing digital, permitindo dinamizar as ofertas turísticas de forma integrada, na região.
O projeto decorre até setembro de 2022 e pretende implementar uma “estratégia turística diferenciadora que associa o vinho verde a outros produtos endógenos de elevado valor e que pretende, não só estruturar a oferta, mas, sobretudo, estimular os operadores a trabalhar em rede, ganhando escala e contribuindo para posicionar o Baixo Tâmega como destino turístico de excelência” refere a AMBT em comunicado.