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Autarcas do Marco de Canaveses reuniram com Ministro do Ambiente para abordar investimentos nas redes de água e saneamento

A edil marcuense acompanhada pelos vereadores Mário Bruno Magalhães e Nuno Pinto, reuniram com o Ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro,  com o objetivo de abordar investimentos nas redes de água e saneamento.

“Solicitamos esta reunião com o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, no sentido de o sensibilizar, e junto dos organismos que tutela, para o apoio financeiro aos investimentos do Município nas redes de abastecimento de água e saneamento, bem como infraestruturas de tratamento, para um concelho que por razões de gestão de uma complexa gestão da concessão destes serviços, vê atrasada uma resposta que deveria atingir 90% de cobertura na rede de abastecimento de água e 85% de saneamento de águas residuais, que são as metas nacionais da ERSAR”, referiu a Autarca.

A Câmara Municipal tem vindo a avançar com uma série de investimentos, na rede de abastecimento de água e saneamento, o que permitiu que desde 2017 fossem efetivadas cerca de 3 mil novas ligações às redes. “Levamos os serviços a perto de 10 mil marcuenses, um quinto da população residente. É um trabalho que não tem paralelo na história deste concelho, nesta área, num tão curto espaço temporal”, informou a Presidente Cristina.

Recorde-se que o Projeto ‘Reformulação da ETAR de Ponte das Tábuas’ conta com o apoio do Fundo de Coesão, através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), com um financiamento comunitário no valor de 1 milhão de euros. “O muro que derrubamos com esta obra, ao abrir o caminho dos fundos comunitários para infraestruturas de água e saneamento no Marco de Canaveses, representa mais um motivo de otimismo dos marcuenses. Estaremos atentos ao próximo quadro comunitário e preparados para agarrar cada oportunidade que nos permita alavancar e acelerar a resolução do problema da taxa de cobertura de água e saneamento no concelho, para, dessa forma, dissipar de vez este atraso que tanto tem prejudicado as famílias e a sua qualidade de vida, mas também o concelho do ponto de vista da coesão territorial e do seu desenvolvimento ambiental e económico”, garantiu Cristina Vieira.