Autarquia do Marco de Canaveses aumentou meios materiais e humanos para a prevenção dos incêndios florestais e rurais. Prazo para a limpeza de terrenos termina a 30 de abril

A autarquia do Marco de Canaveses aumentou os meios materiais e humanos para a limpeza de terrenos e gestão da floresta. A proposta foi aprovada, no final do ano passado, no âmbito da prevenção de incêndios florestais e rurais.

Cristina Vieira, Presidente da Câmara Municipal, sublinha que “o Marco de Canaveses tem sido um concelho exemplar na prevenção de incêndios. Temos registado, ano após ano, índices de área ardida e número de ocorrências muito satisfatórios, mas não podemos desmobilizar. O Município dá o exemplo e está a fazer a sua parte no que à prevenção diz respeito mas é importante que toda a comunidade esteja envolvida e consciente dos riscos associados à época de maior calor e tomem as medidas necessárias para prevenir e combater incêndios, mantendo-se vigilantes e informados sobre as condições climatéricas e avisos de emergência”.

Quanto à limpeza de terrenos e a gestão adequada da floresta, só desde o início do ano 2023, o Município do Marco de Canaveses já assegurou a limpeza de mais de 50 hectares

de matos: 

– 33,36 hectares de faixas de gestão de combustível, ou seja, 10 metros para cada lado da

rede viária que atravessa o espaço florestal, o que corresponde a 16,68 quilómetros de

rede viária com estas faixas.

– 6,15 hectares com recurso a técnica de fogo controlado;

– 11,06 hectares de limpeza de terrenos municipais.

Por parte do Serviço Municipal de Proteção Civil, o Coordenador Bruno Monteiro, realça “o excelente trabalho de cooperação que tem vindo a ser desenvolvido ao longo dos últimos meses entre o Gabinete Técnico Florestal do SMPC e a Associação Florestal Entre Douro e Tâmega”. 

Bruno Monteiro apela também ao cumprimento por parte dos proprietários privados “As limpezas de mato e vegetação devem ser feitas, pelos respetivos proprietários, até 30 de abril. Quem não o fizer incorre em coimas que podem chegar aos 5000€ para singulares e 60.000€ para pessoas coletivas” alerta o coordenador.