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Região do Douro, Tâmega e Sousa vai receber mais 72% de fundos comunitários

Num aumento significativo de 72%, face ao Norte 2020, o próximo quadro comunitário vai investir na região do Douro, Tâmega e Sousa, cerca de 187 milhões de euros, traduzindo-se “num crescimento significativo do investimento público e privado neste território”, salienta em comunicado, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa.

O apoio será formalizado através de um Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial, a celebrar entre a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa e a Autoridade de Gestão do Norte 2030, é o resultado de uma negociação entre a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), entidade gestora do Norte 2030, e as oito entidades intermunicipais da região Norte – Área Metropolitana do Porto e CIM do Alto Minho, Alto Tâmega e Barroso, Ave, Cávado, Douro, Tâmega e Sousa e Terras de Trás-os-Montes –, tendo a CIM do Tâmega e Sousa arrecadado 14% da dotação orçamental do Norte 2030 para as entidades intermunicipais.


A distribuição dos quase 187 milhões de euros pelos 11 municípios que integram a CIM do
Tâmega e Sousa – Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende, foi aprovada, por unanimidade, pelos 11 Presidentes de Câmara que constituem o Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, em reunião extraordinária.

Incluem-se aqui, e com maior destaquem a regeneração urbana, a água e o saneamento, a transição digital, a eficiência energética, o apoio às empresas, a promoção do sucesso educativo, o combate à exclusão social e a requalificação de infraestruturas de educação, de cuidados de saúde primários, de equipamentos sociais e desportivos.


Para o Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, Pedro Machado, “esta
decisão unânime reitera, de forma categórica, o objetivo comum dos 11 municípios, que é a coesão
territorial, ao permitir a continuidade do trabalho de diminuição das assimetrias económicas, sociais
e demográficas. Por outro lado, o valor negociado para o próximo quadro comunitário vem dar eco
às reivindicações desta CIM junto de diversas tutelas, ao longo dos últimos anos, permitindo, assim,
contrariar uma evidência, que é o facto de esta ser a sub-região do Norte com menor apoio
comunitário por habitante”.