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17.º edição do Festival do Anho Assado e do Arroz do Arroz do Forno foi um sucesso

Milhares de pessoas marcaram presença, este fim de semana, na 17.ª edição do Festival do Anho Assado e do Arroz do Forno, que se realizou na Feira do Tijelinho, evento que se assume como um dos “pontos altos do verão por terras de Baião no que à boa gastronomia diz respeito” colocando “a economia circular em funcionamento um pouco por todo o território”, acrescenta a autarquia baionense, organizadora do evento.

Na tenda, com mais de 1700 metros quadrados, encontravam-se 2 restaurantes, onde foi confecionado o anho assado “por mãos sábias e com ingredientes de alta qualidade. Sempre em fornos a lenha. Nestes fornos entram os alguidares de barro com o anho e o arroz, cozinhados numa rica calda com várias carnes”.


Na abertura do certame, o presidente da Câmara Municipal de Baião, Paulo Pereira, agradeceu na todos, quantos, ano após ano, contribuem para o sucesso do evento, até porque, segundo o edil baionense, “isto não seria uma realidade sem o excelente trabalho dos restaurantes, dos produtores locais, dos agentes de turismo, dos colaboradores da autarquia e de tantas outras entidades que todos os dias puxam Baião para a frente”.

Para Paulo Pereira, o sucesso do evento não se esgota na tenda do Festival porque “os visitantes chegam, passeiam pelo concelho, dormem no território, passam a palavra e, bem recebidos que são, voltam noutras épocas do ano”. O autarca lembra que não “é por acaso que somos, ao longo de todo o rio Douro, um dos municípios que tem registadas o maior número de camas em todas as tipologias de alojamento. O Festival enquadra-se numa estratégia de promoção do território que é muito ampla e que acontece todo ano”, diz.

José Lima, vereador dos Assuntos Económicos da Câmara Municipal de Baião, corrobora as palavras do presidente lembrando que esta e outras iniciativas ao longo do ano são economicamente muito vantajosas para o concelho porque todos ganham.
“Ganha o produtor de ovinos e bovinos, ganham os alojamentos locais e os hotéis, que empregam muita mão de obra baionense, ganham os agricultores, os produtores de vinho, os artesãos, ganham todos os restaurantes espalhados pelo concelho que, como já é habitual, costumam encher neste e noutros fins de semana de grandes iniciativas como esta, entre tantos outros. É a economia
circular a funcionar”
, refere.

Paulo Pereira reforça, lembrando “os incentivos à produção por cada cabeça de vitela arouquesa que nasça no concelho e os apoios concedidos pela autarquia à produção animal de ovinos e caprinos”. Para o autarca “o que existe já não vai chegando para as encomendas e isso tem mostrado a eficiência da estratégia de promoção do território que está em marcha há alguns anos, e assim vai continuar, com esta e outras iniciativas do género”.

Acompanhar a iguaria, não faltaram os vinhos verdes da sub-região de Baião, com destaque para a casta Avesso, da cerveja artesanal, os produtores de fruta, de artesanato, de compotas, licores e doces, das amêndoas, da broa de milho e dos famosos sumos produzidos com as laranjas da Pala.

Coube a José Lima proceder à cerimónia de encerramento do certame, acompanhado em palco por todos os produtores participantes do Festival. O vereador mostrou-se muito satisfeito por constatar, de novo, o sucesso do evento, e agradeceu a todos, produtores e organização, “o facto de ajudarem, com brio e dedicação, a levar o nome de Baião além-fronteiras” garantindo que “uma nova edição está já garantida para o próximo ano”.

De acordo com o processo de certificação, do município, como Destino Turístico Sustentável, a autarquia implementou medidas de sustentabilidade, tais como: ações como a separação para tratamento dos biorresíduos, resultantes da restauração, foram colocados ecopontos em vários locais do recinto e nas imediações, disponibilizados cinzeiros, toda a iluminação LED, e colocados bebedouros (pontos para fornecimento gratuito de água).