A Câmara Municipal de Cinfães, no âmbito da candidatura “Cultura Para Todos”, reeditou a obra “Como eu Atravessei África”, da autoria do explorador cinfanense, Alexandre Serpa Pinto.
O livro foi apresentado no passado sábado, na Biblioteca Municipal, pelo Dr. Tomás Pinto Bravo, jovem licenciado em História e com raízes familiares em Cinfães.
Em declarações à Rádio Montemuro Tomás Bravo referiu ser uma honra apresentar esta reedição.
Armando Mourisco, edil cinfanense, aquando o seu discurso parabenizou Tomás Bravo, pelo seu trabalho em prol da cultura.
Armando Mourisco realçou também a importância desta obra.
Inserida no programa de uma cultura inclusiva, o edil cinfanense anunciou também o lançamento fotobiografia de Armando Costa, na Aldeia do Pai Natal que terá lugar na Gralheira, nos fins de semana de 10, 11, 17 e 18 de dezembro.
Declarações de Armando Mourisco, edil cinfanense, aquando a apresentação da reedição da obra “Como eu Atravessei África”, da autoria do explorador cinfanense, Alexandre Serpa Pinto.
A obra agora reeditada junta, pela primeira vez, num só livro, os dois volumes: “A Carabina d’El Rei” e “A Família Coillard”. Trata-se de um obra sem pretensões literárias e que, nas palavras do seu autor, pretende ser apenas a fiel reprodução de um diário de viagem. Alexandre de Serpa Pinto, depois de ter participado em várias expedições, foi nomeado para fazer parte da expedição portuguesa ao centro de África em 1877, tendo atingido o Rio Zambeze em 1878 e completado a travessia em 1879. Desta deixou este notável relato com o título “Como Eu Atravessei a África”, que contribuiu para o conhecimento do continente africano e para o prestígio internacional de Portugal no contexto das nações imperiais da segunda metade do século XIX.

Ainda no âmbito da candidatura “Cultura para Todos”, no dia 3 de dezembro, será feita uma recriação teatral desta obra e que terá lugar no Auditório Municipal de Cinfães com encenação a cargo do grupo Teatro Vai Avante.




