ARU

Marco: Foram publicadas em Diário da República Nova Área de Reabilitação Urbana de Alpendorada e ampliação do Marco

Foi publicado, no passado dia 10 de novembro, em Diário da República, a nova Área de Reabilitação Urbana (ARU) na Freguesia de Alpendorada, Várzea e Torrão e a ampliação da existente no centro da Freguesia do Marco. As áreas integram a delimitação já existente da Estação/Rio de Galinhas, na Freguesia do Marco, criada em 2020. Segundo a autarquia marcuense, a Área de Reabilitação de Alpendorada, com cerca de 75 hectares, inclui diversos equipamentos, a que se juntam outros edifícios de natureza civil, zona habitacional, a que se associam comércio e serviços. Na ampliação da ARU do Marco, que passa a ter 110 hectares, estão incluídos equipamentos como a Escola Básica 2,3 Carmen Miranda, o Estádio Municipal, o Pavilhão, as Piscinas e os Campos de Ténis, do Complexo Desportivo do Marco de Canaveses, o Largo da Feira, o futuro Parque Urbano do Marco, entre outros. A área possui igualmente uma forte componente habitacional, comércio e serviços, e com alguns problemas relacionados com a degradação dos edifícios, salienta a autarquia. Para a Presidente da Autarquia, Cristina Vieira, “a intenção do Executivo de estender a delimitação da ARU da Freguesia do Marco e criar uma em Alpendorada, Várzea e Torrão, é estimular a reabilitação dos edifícios, nas áreas que comportam uma maior densidade populacional, a requalificação e modernização do espaço público, equipamentos e infraestruturas, através de medidas de incentivo direto. Nós acreditamos que este é um instrumento que pode fazer, e marcar, a diferença no território, e pode conduzir a um novo paradigma de desenvolvimento social e económico no nosso Concelho”, reforçou a Presidente. Entre os benefícios fiscais, possíveis de atribuir nas ARU, encontram-se as isenções do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), por um período de cinco anos nos edifícios reabilitados, e do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), na aquisição de prédios destinados à reabilitação urbana. É também possível a aplicação da taxa de IVA de 6% nas obras de recuperação dos imóveis e a taxação de 5%, em sede de IRS, das mais-valias e rendimentos prediais quando estas sejam inteiramente decorrentes da venda de imóveis reabilitados dentro da ARU. Ainda no IRS poderá ser deduzida à coleta 30% dos encargos suportados pelo proprietário, com as obras de reabilitação, até ao limite de 500 euros.

Área de Reabilitação Urbana do Marco vai ser renovada e ampliada

A renovação e ampliação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) do Marco, foi aprovada na última reunião do executivo marcuense. A nova área com cerca de 27 hectares, contempla diversos equipamentos da cidade, bem como o edifício dos Paços do Concelho, o Hospital de Santa Isabel, o Museu Municipal Cármen Miranda, o Emergente Centro Cultural ou o edifício do Marco Fórum XXI, sendo dotada de uma componente habitacional, a que se associam alguns locais de comércio e serviços. Segundo a autarquia marcuense o objetivo passa por melhorar o ambiente urbano, “através da revitalização da área de intervenção em questão, o que se espera conseguir por via da reabilitação física do edificado destinado a habitação, comércio, serviços, equipamentos de utilização coletiva e do espaço público envolvente, e da qualificação ambiental e urbanística das suas áreas urbanas, em especial daquelas que evidenciem maiores sinais de algum abandono, bem como de intervenções no campo da mobilidade que possam levar à redução da poluição do ar e do ruído, privilegiando a melhoria e o incentivo dos modos suaves de mobilidade”. “Com a nova delimitação desta ARU, o Município do Marco de Canaveses define ainda um quadro de benefícios fiscais, financeiros e administrativos, nomeadamente dos benefícios fiscais associados aos impostos municipais sobre o património, como o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT)”, lê-se no comunicado enviado à redação da Rádio Montemuro.