CCDR-N

Tâmega e Sousa reforça investimento para mais de 206 milhões de euros no âmbito do NORTE 2030

A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) reuniu, no passado dia 28 de abril, com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-NORTE) e a Comissão Diretiva do Programa NORTE 2030, no âmbito da iniciativa “Norte + Próximo”. O encontro teve como objetivo reforçar a articulação entre entidades regionais e intermunicipais, permitindo acompanhar a execução do programa NORTE 2030 no território, bem como analisar outros instrumentos de financiamento em curso. Um dos momentos centrais da reunião foi a assinatura da segunda adenda ao Contrato para o Desenvolvimento e Coesão Territorial, que resultou num reforço significativo do investimento para a sub-região. A dotação global passa agora a ser de 206.124.975 euros, financiados pelo FEDER e pelo FSE+, quando anteriormente se situava em cerca de 187 milhões de euros. Este aumento resulta da reprogramação intercalar do NORTE 2030, aprovada pela Comissão Europeia em dezembro de 2025, permitindo integrar novas áreas prioritárias, como a habitação, e reforçar o impacto dos fundos europeus no território. Durante a sessão, foram ainda analisados diversos dossiês estratégicos para o desenvolvimento regional, incluindo o ponto de situação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), investimentos nas áreas da educação e da saúde, bem como outros programas de financiamento em curso. A iniciativa “Norte + Próximo” pretende promover uma governação de proximidade, baseada numa maior cooperação entre instituições e numa resposta mais eficaz às necessidades dos municípios. Este ciclo de reuniões irá decorrer ao longo de 2026 com outras comunidades intermunicipais da Região Norte.

Assembleia Municipal de Baião reuniu em sessão extraordinária para eleição da CCDR-N

A Assembleia Municipal de Baião reuniu-se em sessão extraordinária, na passada segunda-feira, dia 12 de janeiro, para participar no processo eleitoral dos órgãos diretivos da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). O ato eleitoral decorreu entre as 16h00 e as 20h00, nos Paços do Concelho, e integrou um processo que envolveu mais de 10 700 eleitos locais, provenientes de 278 municípios do território continental. No concelho de Baião, registou-se a participação de todos os eleitores. A lista encabeçada por Álvaro Santos obteve 38 dos 42 votos expressos, enquanto a lista liderada por António Cunha reuniu quatro votos. No apuramento global dos resultados a nível regional, Álvaro Santos venceu a eleição para a presidência da CCDR-N, tendo superado António Cunha, que exercia até então o cargo.

Resende: CRO foi alvo de vistoria por parte da CCDR-N

O Centro de Recolha Oficial de Animais (CRO), localizado na Quinta de Brinces, União das Freguesias de Felgueiras e de Feirão, concelho de Resende foi alvo de uma vistoria, por parte de uma técnica da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N. Trata-se de “mais um passo para o arranque do funcionamento da infraestrutura lançada pelo Município de Resende, juntamente com o Município de Baião, que aguarda agora parecer do ICNF“, salienta a autarquia de Resende. Garcez Trindade, Presidente da Câmara Municipal de Resende, referiu que é uma obra muito importante para ambos os municípios, valorizando o empenho de todos os que contribuíram para a construção do edifício, de importância fulcral para apoio numa das áreas que mais enfoque e preocupação por parte da população. Recorde-se que o CRO pretende dar resposta aos anseios de ambos os autarcas e das suas populações de criar condições para a recolha de animais errantes, permitindo implementar estratégias comuns de controlo e promover medidas ativas de adoção de animais de companhia. Com capacidade para acolher até 120 cães e 36 gatos, o novo CRO dispõe de instalações sanitárias e salas de espera, enfermaria, vacina e recobro, assim como um hall coberto, uma sala multiusos e formação, e 30 boxes de alojamento. Há 18 metros quadrados para receber felinos, boxes para animais de grande porte, sala de preparação de alimentos, de higienização, lavagem de material, de quarentena e de resíduos, acompanhadas por um pátio de recreio.

Autarca de Resende marcou presença no Seminário “Estratégia NORTE 2030: Instrumentos de Financiamento”

Decorreu ontem, mo Europarque, em Santa Maria da Feira, o Seminário “Estratégia NORTE 2030: Instrumentos de Financiamento”, no qual esteve presente, o Presidente da Câmara Municipal de Resende, Garcez Trindade. O evento foi uma organização da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR Norte) contou com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa e apresentou os principais instrumentos de financiamento europeu da Estratégia NORTE 2030 para o ciclo 2021-2027, abordando diversos programas em áreas como inovação, transição digital, demografia, sustentabilidade, entre outras.

CIM do Tâmega e Sousa e CCDR-N debatem próximo ciclo de fundos comunitários

Com o objetivo de constatar os principais assuntos que marcam a agenda dos fundos europeus para a Região Norte, nomeadamente o próximo ciclo de fundos comunitários – o NORTE 2030 (Programa Regional do Norte 2021-2027) – e a execução do NORTE 2020 (Programa Operacional Regional do Norte 2014/2020, decorreu ontem, na sede da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega, em Penafiel, uma reunião de trabalho entre a CIM e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) – Autoridade de Gestão do Programa Operacional (PO) Norte 2020. Foram apresentados pelo Presidente da CCDR-N, os três eixos de intervenção previstos no quadro do Norte 2030, que serão materializados pelas entidades intermunicipais, sendo eles o eixo 1 – serviços de interesse geral (administração local mais próxima dos cidadãos e das empresas; eficiência energética na administração pública, nas ipss e na habitação social; abastecimento em baixa do ciclo urbano da água; investimento em baixa na gestão de resíduos; proteção civil; promoção do sucesso educativo; participação ativa; infraestruturas e equipamentos educativos, de cuidados de saúde primários e de apoio e ação social; pequenas intervenções de requalificação e modernização de equipamentos desportivos; mobilidade a pedido e transporte flexível; habitação social e a custos acessíveis), o eixo 2 – sistema urbano policêntrico (ecossistemas de inovação; cidades digitais; mobilidade urbana e intermunicipal multimodal sustentável; valorização de corredores verdes urbanos; mitigação e adaptação às alterações climática; autoconsumo e comunidades de energia renovável; ecossistemas de inovação; cidades digitais; reabilitação e regeneração urbanas para resposta a desafios de atração de população para os centros urbanos, provisão de espaços inclusivos e acessíveis e mobilidade intra e interurbana) e o eixo 3 – ativos territoriais (sistema de incentivos às empresas de base territorial; infraestruturas não tecnológicas de apoio à competitividade; conservação da natureza e da biodiversidade e património natural (municipal); sistema de apoio ao empreendedorismo e à criação de emprego; refuncionalização de equipamentos coletivos e qualificação de espaço público; valorização cultural e do património e qualificação da oferta (reforço do papel da cultura e afirmação de identidade); património cultural e equipamentos museológicos; produtos e destinos turísticos; infraestruturas rodoviárias transfronteiriças). Segundo o comunicado enviado pela CIM, na reunião, os autarcas da CIM do Tâmega e Sousa voltaram a manifestar as suas preocupações ao nível da operacionalização do novo ciclo de programação 2021-2027, tendo reiterado a necessidade de assegurar instrumentos de política ajustados às especificidades do território, por considerarem que só desta forma será possível resolver os problemas estruturais desta região e promover a coesão, a atratividade e a competitividade territorial. A CIM do Tâmega e Sousa apelou ainda a uma maior interação e flexibilidade no processo de construção dos investimentos territoriais, no sentido de as estratégias e planos de ação em curso terem os mecanismos e dotações financeiras necessárias para responder às oportunidades e potencialidades identificadas em cada território, permitindo, assim, o desenvolvimento de programas de ação e projetos considerados estruturantes em função das especificidades e prioridades políticas e estratégicas de cada sub-região. Para a CIM do Tâmega e Sousa, a concretização destes pressupostos será fundamental para uma boa prossecução e execução do próximo quadro comunitário, um objetivo assumido e partilhado pelos autarcas da região. Marcaram presença na reunião os autarcas que integram esta CIM, o Presidente da CCDR-N, António Cunha, a Vice-Presidente, Célia Ramos, e ainda os respetivos vogais executivos, Humberto Cerqueira e Júlio Pereira.

Decorre até 15 de setembro a consulta pública do programa operacional NORTE 2030

O novo programa operacional regional do Norte e respetiva avaliação ambiental estratégica do NORTE 2030 encontram-se em consulta pública até ao dia 15 de setembro. A iniciativa é desenvolvida pela CCDR-Norte e tem por objetivo abrir uma oportunidade de auscultação pública sobre este instrumento de apoio ao desenvolvimento regional do Norte, financiado por fundos europeus no quadro do Acordo de Parceria do Portugal 2030. Saiba mais em: https://www.ccdr-n.pt/…/ccdr-norte-lanca-consulta…   Imagem: CCDR-Norte.

Autarcas do Tâmega e Sousa voltam a reivindicar um reforço de apoios do ciclo de fundos comunitários 2021-2027 para a região

  De forma a “realizar um ponto de situação e auscultar os Conselhos das oito entidades intermunicipais do Norte relativamente ao próximo ciclo de fundos comunitários para a região Norte (NORTE 2030), que se encontra numa fase negocial entre o Governo e a Comissão Europeia”, decorreu ontem, na sede da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), em Penafiel, uma reunião com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). “Da ordem de trabalhos da reunião constaram o ponto da situação da execução do Norte 2020 e da preparação do próximo ciclo de fundos comunitários 2021-2027 para a região Norte (Norte 2030), dois pontos com implicações diretas na atualidade e no futuro da região do Tâmega e Sousa. Os autarcas do Tâmega e Sousa voltaram a revindicar ao Presidente da CCDR-N uma discriminação positiva na atribuição de fundos do próximo quadro comunitário, por considerarem que só desta forma será possível resolver os problemas estruturais desta região e alcançar a desejada coesão social, tendo o Presidente da CCDR-N manifestado o seu empenho em trabalhar com a CIM do Tâmega e Sousa no sentido de criar mais oportunidades para este território. Na reunião de hoje foram ainda partilhadas informações sobre os diversos instrumentos de ordenamento e gestão territorial em revisão e relevantes para a região Norte e as suas sub-regiões, designadamente o Plano Regional de Ordenamento do Território do Norte (PROT Norte), os Planos Diretores Municipais (PDM) de 3.ª geração e o Programa Regional de Ação de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Norte”,  pode ler-se na nota enviada à redação da Rádio Montemuro, pela CIM.