ICNF

(C/áudio) Secretário de Estado das Florestas visitou projeto de requalificação na Serra da Aboboreira

O Secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, visitou hoje o concelho de Baião para avaliar o impacto dos incêndios do ano de 2024 e conhecer de perto os projetos de requalificação florestal em curso, nomeadamente na Serra da Aboboreira. A visita começou em Amarante, com uma passagem pela Serra do Marão, e culminou na Serra da Aboboreira, onde Rui Ladeira foi acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Pereira, e pela Diretora Regional do Norte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Sandra Sarmento. Rui Ladeira, Secretário de Estado das Florestas destacou a importância de plantar novas florestas, elogiando ainda o trabalho desenvolvido pela autarquia. Já o presidente da Câmara Municipal, Paulo Pereira, expressou o desejo de ter apresentado o projeto, se não tivessem ocorrido os incêndios, e lembrou que a autarquia já replantou terrenos destruídos e está a adquirir mais áreas para expandir o projeto. O projeto de reflorestação abrange mais de 10 hectares, com a Câmara Municipal de Baião já tendo adquirido 18,69 hectares de floresta na Serra da Aboboreira, num investimento de 104 mil euros. Sandra Sarmento, Diretora Regional do Norte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, destacou que o instituto tem colaborado desde o início com os municípios afetados pelos incêndios. Com um investimento significativo e a colaboração entre a autarquia e o ICNF, o projeto visa não apenas restaurar a vegetação, mas também promover uma gestão sustentável dos recursos florestais na região.

Baião: Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Tâmega e Sousa analisou Programa Sub-Regional de Ação

A Biblioteca Municipal António Mota, em Baião recebeu no passado sábado, a 16.ª reunião técnica da Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Tâmega e Sousa. Da ordem de trabalhos, destaque para a análise e validação técnica final do Programa Sub-Regional de Ação, que será agora submetido à Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Tâmega e Sousa, na sua composição deliberativa, para aprovação. O Programa Sub-Regional de Ação do Tâmega e Sousa (PSA) é um documento de programação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais da Sub-Região que estabelece a articulação entre o instrumento de nível superior, o Programa Regional de Ação (PRA) e os instrumentos subsidiários, os Programas Municipais de Execução (PME), que substituirão os Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI). O PSA contempla a implementação, até 2030, de 52 projetos considerados fundamentais no domínio da Gestão Integrada de Fogos Rurais, e que assentam em 11 objetivos estratégicos: • Conhecer a ocupação do território e redimensionar a gestão florestal; • Reformar o modelo de gestão florestal; • Planear e promover uma paisagem diversificada; • Diminuir a carga de combustível à escala da paisagem; • Aumentar a eficácia da proteção das populações e do território edificado; • Reduzir as ignições de maior risco; • Especializar a comunicação de risco: melhorar a perceção do risco e adoção das melhores práticas; • Implementar o planeamento integrado incorporando a avaliação de risco; • Implementar um modelo capacitado de governança do risco; • Redesenhar a gestão do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais; • Aumentar a qualificação dos Agentes do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais. A Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Tâmega e Sousa é constituída por entidades estatais, supramunicipais, municipais e responsáveis pelas infraestruturas. Filipe Fonseca, vice-presidente e vereador responsável pela Proteção Civil, do Município foi um dos presentes.

Queimas e queimadas de amontoados proibidas até 30 de setembro

Com o objetivo de prevenir a ocorrências de incêndios rurais, encontram-se proibidas as queimas e queimadas de amontoadas, até ao dia 30 de setembro de 2024. A plataforma eletrónica disponibilizada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para a emissão de autorizações para este efeito está suspensa. Durante este período, mais favorável à ocorrência de incêndios rurais, deverão ser adotados métodos alternativos para a eliminação dos resíduos florestais e agrícolas, nomeadamente a trituração dos sobrantes.

(C/áudio) Cinfães Protege – Atividade dedicada à Proteção Civil junta centenas de alunos

 O Município está a promover esta quarta-feira, dia 29 de maio, no Largo da Feira, a iniciativa “Cinfães Protege!”. Um dia inteiramente dedicado à proteção civil cujo objetivo é o de sensibilizar e educar sobre os comportamentos de risco e mostrar as áreas de atuação dos vários agentes de proteção civil. Em declarações à Rádio Montemuro, Carlos Cardoso, Vereador do Município de Cinfães responsável pelo pelouro da Proteção Civil dá nota da iniciativa. O IPMA prevê temperaturas elevadas, que podem ser superiores a 35 graus em algumas zonas do país a partir de amanhã. Carlos Cardoso deixa alguns conselhos aos cinfanenses. Declarações de Carlos Cardoso, Vereador do Município de Cinfães responsável pelo pelouro da Proteção Civil a propósito da iniciativa “Cinfães Protege!”. Marcaram presença no evento, os Serviços Municipais de Proteção de Civil; Guarda Nacional Republicana; Polícia Judiciária; Bombeiros Voluntários de Cinfães e de Nespereira; Sapadores Florestais do Concelho e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. 

DECIR 24- Plano de Operações Sub-Regional do Tâmega e Sousa foi apresentado esta manhã

O Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Tâmega e Sousa apresentou esta manhã, o Plano de Operações Sub-regional (PLANOP), referente ao Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR) de 2024, no Cineteatro Raimundo Magalhães, em Vila Meã, concelho de Amarante. A forte área rural e florestal do Tâmega e Sousa, são as principais dificuldades que a região apresenta, como salienta o Comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Tâmega e Sousa, Sérgio Barros. Questionado se os meios apresentados são suficientes, Sérgio Barros é perentório. Pedro Machado, presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa salientou a importância do planeamento e sensibilização. Declarações de Pedro Machado, presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa, aquando a apresentação do Plano de Operações Sub-regional (PLANOP), referente ao Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR) de 2024, que decorreu no Cineteatro Raimundo Magalhães, em Vila Meã, concelho de Amarante. Marcaram também presença várias corporações de bombeiros, ICNF, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e GNR.

Resende: ICNF vai realizar faixas de gestão de combustível em Felgueiras, Feirão, Ovadas e Panchorra

As Uniões de Freguesias de Felgueiras e Feirão e Ovadas e Panchorra o concelho de Resende vão ser alvo, da execução dos troços de rede primária de faixas de gestão de combustível, no decorrer do mês de abril, numa iniciativa do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas. Os proprietários das parcelas de terreno que pretendam manifestar a sua oposição à execução dos trabalhos deverão informar o ICNF, IP através dos seguintes meios: 969 785 108/artur.borges@icnf.pt Ou o Gabinete Técnico Florestal do Município de Resende: 254 240 930/ gtf@cm-resende.pt Consulte o aviso na íntegra em https://cm-resende.pt/…/2019/03/AVISO_REDE-PRIMARIA.pdf Foto: Município de Resende.

Resende: Publicado em Diário da República Freguesias prioritárias para a fiscalização de gestão de combustível

Foi publicado em Diário da República, o despacho n.º 3780/2023 de 24 de março, que procede à identificação das freguesias prioritárias, do concelho de Resende, com intuito de fiscalização da gestão de combustível em 2024. Freguesias abrangidas: -Cárquere; -Paus; -S. Cipriano; -União das Freguesias de Felgueiras e Feirão; -União das Freguesias de Freigil e Miomães; -União das Freguesias de Ovadas e Panchorra. Entre 1 e 31 de maio de 2024, nas faixas previstas nos n.os 2, 10 e 13 do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, na sua redação atual; Entre 1 e 30 de junho de 2024, nas faixas previstas no n.º 1 do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, na sua redação atual.

Resende: Instituto de Conservação da Natureza e Florestas I.P. nas freguesias de São Martinho de Mouros, Paus, Cárquere e na União de freguesias de Felgueiras e Feirão e Ovadas e Panchorra

Com o intuito de executar trabalhos de implementação de Rede Primária de Faixas de Gestão de Combustível (RPFGC), para “reforçar a proteção do território face aos incêndios rurais“, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas I.P. vai proceder a trabalhos nas freguesias de São Martinho de Mouros, Paus, Cárquere e na União de freguesias de Felgueiras e Feirão e Ovadas e Panchorra. “De referir ainda que a Rede Primária de Faixas de Gestão de Combustível envolve a constituição de servidão administrativa com possibilidade de indemnização a proprietários ou interessados, sendo disponibilizado pelo ICNF um portal para consulta da localização da intervenção e formulário em caso de sobreposição“. Pode aceder ao portal em https://geocatalogo.icnf.pt/geovisualizador/rpfgc/ “A implementação de Rede Primária de Faixas de Gestão de Combustível é efetuada no âmbito do Concurso Público CP10/2022/ICNF/SEDE, apoiado pelo PRR – Programa de Recuperação e Resiliência, que constitui uma oportunidade para dotar o território com uma infraestrutura essencial de prevenção estrutural contra os incêndios rurais”, salienta a autarquia resendense.

Baião: Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais de Baião aprova Plano Intermunicipal de Fogo Controlado para a Serra do Marão 2023-2028

Com o intuito de debater questões relacionadas com a prevenção e gestão de incêndios rurais no concelho, a Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais de Baião (CMGIFR)reuniu-se no passado dia 20 de novembro. Na reunião foi realizado um balanço das ocorrências de incêndios rurais que aconteceram no Concelho, em 2023, tendo sido analisados os locais com maior recorrência de incêndios, as áreas ardidas e suas implicações bem como medidas de prevenção e mitigação do problema, salienta a autarquia baionense. Sobre este assunto, o vice-presidente e vereador responsável pela Proteção Civil, Filipe Fonseca, sublinhou “o excelente trabalho realizado por todos os envolvidos” (Bombeiros, GNR, ICNF, Equipas e Brigadas de Sapadores Florestais), nomeadamente as corporações do concelho “que disponibilizaram a maioria dos recursos e demonstraram, mais uma vez, toda a sua dedicação, coragem e profissionalismo”.O autarca deixou ainda “uma palavra de apreço aos militares da GNR pela sua proatividade e disponibilidade em todos os momentos”, bem como aos autarcas de freguesia pelo “permanente acompanhamento e apoio à população”, frisou. A sessão foi presidida pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Baião, Filipe Fonseca, contando com a participação do Coordenador Municipal de Proteção Civil, José Manuel Ribeiro, dos Comandantes das Corporações dos Bombeiros de Baião e de Santa Marinha do Zêzere, Alexandre Pinto e Márcio Vil, respetivamente, e do Comandante da G.N.R. de Baião, José Alves. Também estiveram presentes os representantes do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Paulo Bessa e Artur Borges, o representante da Associação Florestal de Entre Douro e Tâmega, António Neto, o representante da NAVIGATOR, Marco Ferreira, o representante da ALTICE, Francisco Rosado, bem como representantes das juntas de freguesias do concelho, eleitos em Assembleia Municipal, Daniel e Guedes e António Vieira, para além de técnicos da autarquia. Foi, ainda, emitido parecer favorável à proposta de Plano Intermunicipal de Fogo Controlado (PFC) para a Serra do Marão 2023-2028.Esse Plano, incidirá sobre uma área total de 1142,5 hectares (dos quais, 336 inscritos em Baião), e tem como objetivos centrais: Dar resposta à área percorrida por grandes incêndios florestais e criar condiçõesde renovação de pastagens através da compartimentação do território, criandobarreiras à sua propagação, e permitindo simultaneamente utilizá-las como zonasseguras para combate, bem como tratar os pontos multiplicadores e deaceleração do fogo;  Renovar e melhorar pastagens permitindo melhorar a palatibilidade edigestibilidade do pasto para os animais; Criar um mosaico na paisagem essencial para a manutenção da biodiversidade emelhoria dos habitats para a fauna existente; Promover ativamente a proteção dos povoamentos florestais consolidados, bemcomo permitir a expansão dos bosques autóctones que estão em francocrescimento, sobretudo nas linhas de água acima da cota dos 1000m.