Setembro 2, 2021

O Transporte Público Rodoviário do Tâmega e Sousa passa a ter assinatura conjunta com o Andante

O transporte público rodoviário do Tâmega e Sousa passa a ter assinatura conjunta com o Andante da Área Metropolitana do Porto (AMP). Tal como já acontece com o transporte ferroviário, esta medida vai permitir viajar não só na rede rodoviária do Tâmega e Sousa, mas também na rede intermodal Andante, que serve a AMP a um custo mais reduzido. A assinatura combinada AMP/CIM Tâmega e Sousa tem um custo máximo de 50 euros, montante igual ao praticado na assinatura combinada AMP (Andante)/CP CIM do Tâmega e Sousa e, a par da redução tarifária implementada pela CIM do Tâmega e Sousa nestes dois passes, aplicam-se descontos nos títulos destinados a estudantes 4_18 e sub23 (40 euros) e a estudantes 4_18 e sub23, beneficiários do escalão A da ação social escolar (26 euros). O objetivo da medida, é, segundo a CIM do Tâmega e Sousa, “dar continuidade ao compromisso de apoio às famílias, em geral, e ao cliente, em particular, definido pela CIM do Tâmega e Sousa no âmbito do seu Programa de Apoio à Redução Tarifária nos Transportes Públicos”, sendo que a Comunidade Intermunicipal espera que a iniciativa melhore a articulação tarifária e a redução de preços dos transportes nas ligações entre as regiões. O Passe CIM do Tâmega e Sousa divide-se em três modalidades: urbano, municipal e intermunicipal/inter-regional. Relativamente ao Passe CP CIM Tâmega e Sousa, este divide-se em duas modalidades: serviço regional, com assinatura monomodal, e serviço urbano, com assinatura monomodal e assinatura combinada Andante e CP CIM do Tâmega e Sousa. O Passe/Assinatura AMP/CIM Tâmega e Sousa é uma das medidas de apoio à redução tarifária nos transportes públicos coletivos do Programa de Apoio à Redução Tarifária do Tâmega e Sousa, sendo cofinanciado pelo Ministério do Ambiente e Ação Climática, através do Fundo Ambiental.

COVID-19: Portugal regista 2830 novos casos e nove mortes

A atualização do boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde (DGS) desta quinta-feira, 2 de setembro, revela 2 830 novas infeções, e nove óbitos devido à COVID-19. Os dados apresentados no relatório de hoje incluem um total de 848 casos que, por constrangimento informático, não foram reportados no boletim de ontem. Há agora 695 doentes internados, mais 14 do que ontem, dos quais 140 estão em unidades de cuidados intensivos, mais nove. Nas últimas 24 horas, recuperaram da doença  2 137 pessoas, sendo que há mais 684 casos ativos, o que se traduz num total de 43 957.   A incidência do novo coronavírus encontra-se nos 310,2 casos de infeção por SARS-CoV-2 por 100 mil habitantes a nível continental, enquanto o R(t) se encontra em 0,99.

Coligação “Mais Pelas Pessoas” acusa o executivo marcuense de violação da Lei Eleitoral

A Câmara Municipal de Marco de Canaveses lançou um comunicado relativo às alegadas violações da Lei Eleitoral sobre as quais o executivo é acusado pela coligação “Mais Pelas Pessoas” (PSD/CDS-PP), candidata à autarquia marcuense para as Eleições Autárquicas do próximo dia 26 de setembro. Segundo a coligação “Mais Pelas Pessoas”, liderada pela candidata independente Maria Amélia Ferreira, a edição de agosto da revista “O Meu Marco”, contém “pura propaganda eleitoral da candidata do PS (a atual edil marcuense Cristina Vieira), às custas de dinheiros públicos.”  A coligação refere ainda que “A revista, paga com o dinheiro dos impostos e do esforço dos munícipes, conta com uma primeira página de propaganda eleitoral e uma foto que a ocupa na totalidade, mostrando Cristina Vieira, a candidata do PS, ao lado do Ministro Pedro Nuno Santos, prometendo “financiamento garantido” para a habitação.” A coligação considera a revista uma “violação gritante da lei eleitoral” referindo que o Município contratou, por ajuste direto,  “serviços de comunicação que atingem, só na área digital, mais de 100 mil euros em conteúdos para a web nos últimos seis meses, em contratos que se sobrepõem, são um dos exemplos que estava já a ser acompanhado pela coligação.” Segundo o comunicado, a coligação “Mais Pelas Pessoas”, enviou uma carta aberta ao Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos onde pede que “esclareça se foi com a sua autorização que a sua imagem foi usada e se o financiamento em causa depende da vitória do Partido Socialista ou se o tratamento do Município será o mesmo, caso a coligação Mais Pelas Pessoas, do PSD e CDS, venha a ganhar”. A Câmara Municipal de Marco de Canaveses respondeu a este comunicado, referindo que  revista “O Meu Marco” “saiu a primeira vez em dezembro de 2018 e a partir daí com periodicidade quadrimestral, sendo editada em abril, agosto e dezembro de cada ano. Esta edição cumpre com o compromisso assumido com os Munícipes e fornecedores.” O executivo acrescenta que “o conteúdo da revista incide, sobretudo, em informação de investimento, realizado e a realizar, em equipamentos, serviços, redes de circulação, de transportes, de energia, de distribuição de bens e recursos físicos, educação, saúde, ambiente, cultura, segurança, mobilidade e transportes, entre outros, que são as atribuições e competências do Município. Assim os munícipes – concordando ou não com as opções, considerando se foi suficiente ou se poderia ter sido feito mais – sabem o que a Câmara Municipal fez e podem avaliar, de forma informada e esclarecida, acerca da gestão dos dinheiros públicos.” A Câmara Municipal de Marco de Canaveses considera ainda que “a revista contribui para promover as freguesias, associações e demais forças vivas do concelho e, apesar de haver um conjunto muito pequeno de pessoas que não compreende tudo isto, a generalidade dos Marcuenses reconhece a importância revista municipal enquanto veículo de informação” adicionando que “nunca a ação da Câmara Municipal foi tão transparente.” O comunicado do executivo acrescenta ainda que “a comunicação e a estratégia de marketing do Município têm claros reflexos na economia marcoense e na iniciativa privada, contribuindo para captar turistas, população e investimento, tornando o Município mais atrativo e competitivo, sobretudo em tempos de recuperação econômica da crise ocasionada pela covid-19.” A autarquia finaliza o comunicando ao referir que “as acusações dos partidos da coligação não são mais que um instrumento de uma campanha vazia de propostas e ideias, baseada em meras tentativas de denegrir o trabalho do atual Executivo Municipal.”