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Câmara Municipal de Penafiel inaugura novas rotundas na interseção da EN106 com a A4

A Câmara Municipal de Penafiel inaugurou novas rotundas na interseção da Estrada Nacional 106 (EN106) com a Autoestrada A4. Esta obra tem como principal objetivo melhorar a mobilidade e a segurança rodoviária na região, facilitando o acesso à A4, à estação de comboios, à central de transportes, ao futuro centro de saúde e à zona industrial nº1. O Vice-Presidente da Câmara Municipal, Pedro Cepeda, destacou que a inauguração das rotundas representa um marco importante para o concelho, respondendo a uma necessidade identificada há muito tempo, relacionada com constrangimentos no tráfego e elevados índices de sinistralidade. As obras foram reclamadas pelo Município junto da concessionária Brisa e da Infraestruturas de Portugal (IP) durante cerca de uma década. Dada a urgência da situação e a falta de resposta, a Câmara Municipal decidiu assumir o encargo da construção, investindo cerca de 2 milhões de euros. Além das rotundas, o Município também inaugurou uma nova avenida de acesso à estação ferroviária de Novelas, à central de transportes e ao futuro centro de saúde, bem como uma passagem inferior (túnel) na EN106. O Presidente da Câmara Municipal, Antonino de Sousa, referiu que a conclusão deste processo foi complexa, sublinhando a necessidade de uma melhor relação entre a administração central e os municípios.

Presidente da Câmara de Baião apela à abolição das portagens na A4

Paulo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Baião, enviou, no passado dia 13 de janeiro, uma carta ao Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, e ao Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, solicitando a abolição total das portagens na A4, incluindo o troço que atravessa o concelho de Baião e a sub-região do Baixo Tâmega. O apelo surge após a recente eliminação de portagens em várias autoestradas a 1 de janeiro, uma medida que, segundo o autarca, não abrangeu territórios de baixa densidade, como Baião, que enfrenta desafios socioeconómicos consideráveis. Na carta enviada recentemente, o presidente da Câmara de Baião apresenta cinco razões para sustentar o seu pedido: o acesso a serviços públicos essenciais, a competitividade económica, o combate ao despovoamento, a potencialização de investimentos locais e a Igualdade de tratamento. O autarca apela ao Governo para que repense o modelo de desenvolvimento dos territórios e adote medidas que promovam a coesão territorial e a justiça, aproveitando o atual contexto para corrigir desigualdades e reforçar a competitividade das regiões do interior.

Cinfães: Queda de neve obriga ao corte de várias estradas

Segundo informação divulgada pelo Serviço Municipal da Proteção Civil de Cinfães, encontram-se encerradas devido à queda de neve, as seguintes vias: EN321- acesso a Castro Daire; Acesso a Aveloso; Acesso à Gralheira; Acesso a Alhões. A Proteção Civil de Cinfães, Estradas de Portugal, Bombeiros Voluntários de Cinfães e Nespereira estão a proceder à limpeza das vias. Em atualização.

Penafiel: Assaltaram posto de combustível e incendiaram carro na A4

O posto de combustível Repsol. localizado na A4 em Penafiel, foi esta madrugada assaltado por 3 homens de cara tapada.  Segundo o Correio da Manhã, após cometerem o roubo,  fugiram do local, tendo seguido pela  autoestrada, onde incendiaram a viatura usada no crime e se colocaram em fuga, num outro veículo. Segundo o jornal, os assaltantes ameaçaram com uma arma branca o funcionário das bombas, tendo levado consigo tabaco e dinheiro,  num valor ainda por apurar. O crime terá ocorrido pelas 04hoo, estando a cargo da Guarda Nacional republica a investigação.

Autarca de Baião critica erros e injustiças nos descontos nas portagens

O edil baionense, Paulo Pereira, escreveu no passado dia 27 de novembro uma carta à Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, onde critica a decisão, que considerou “um erro e uma injustiça” porque ignora muitos territórios do interior, que precisam mais de apoio, mas privilegia zonas do litoral. Em causa a aprovação do governo, da redução do preço das portagens em vários pontos do país, que deixa mais uma vez o município de Baião de fora. Salientar que além de Presidente da Câmara Municipal de Baião, Paulo Pereira, é também presidente da Associação de Municípios do Baixo Tâmega (que agrega Amarante, Baião, Celorico de Basto, Marco de Canaveses e Resende), qualidade em que tem vindo, da mesma forma, a defender a mesma posição. Segundo comunicado, Paulo Pereira apontou incoerências como o facto de um troço da A4, entre Matosinhos e Águas Santas, ter ficado incluído na redução do preço de portagens, enquanto que outras partes da A4 continuarem a pagar os mesmos valores. “Os pressupostos não tratam os todos os territórios do interior de igual forma” e ignoram documentos do próprio Governo, por exemplo “para a distribuição de fundos comunitários, para os territórios designados de baixa densidade”. “Ou seja, territórios como Baião têm acesso a fundos comunitários especiais ou a apoios para a fixação de pessoas, mas não são contemplados pelos descontos no acesso a portagens”, pode ler-se no comunicado enviado à redação da Rádio Montemuro. Na mesma carta, o edil pediu “que o mapa de descontos nas autoestradas seja revisto e que sejam alargados os descontos para residentes nos concelhos serviços pela A4”. O edil Paulo Pereira enumera 5 motivos para esta decisão: Acesso á saúde e educação – A redução de portagens pode reduzir os “custos de contexto” associados à interioridade. Assim poderiam reduzir-se os custos de quem tem de deslocar-se para motivos de saúde (o Hospital de Referência situa-se em Penafiel) ou de estudos (por exemplo para acesso ao ensino superior). Apoio às empresas– Seria um apoio relevante para reduzir os custos de empresas instaladas em zonas que são servidas por estas vias de comunicação, diminuindo os custos de transportes de mercadorias, a prestação de serviços ou a deslocação de funcionários. Esta vertente é ainda mais importante num período de recuperação após a pandemia COVID-19. Aumento da atratividade do interior – Poderia contribuir para a atratividade de territórios do interior e para a fixação de pessoas, ao tornar os custos de mobilidade mais reduzidos. Valorizar a dimensão ambiental dos territórios do interior – Seria também um reconhecimento da importância dos territórios como “sumidouros de carbono”, visto que estes territórios possuem maior valor ambiental e são responsáveis por garantir os objetivos do estado português para uma baixa  economia de carbono, permitindo aos territórios do litoral e das áreas metropolitanas manter os níveis de emissão de carbono pelas indústrias ali localizadas e pela mobilidade dos seus residentes. Mais atratividade turística – A redução de custos nas portagens para residentes e para visitantes, poderia permitir um acréscimo de procura turística aos territórios, contribuindo para aumentar a geração de riqueza e a criação de oportunidades de emprego para as populações locais.