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Município de Penafiel pede esclarecimentos ao Governo sobre ampliação do Hospital Padre Américo

Após a apresentação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Pedro Cepeda, enviou um ofício ao primeiro-ministro a solicitar esclarecimentos sobre o investimento na ampliação do Hospital Padre Américo. O Orçamento do Estado para 2026, no artigo 166.º, reconhece a necessidade de investimento na Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa, reforçando a convicção do município de que este é um projeto prioritário para a região. Citado em comunicado, o autarca destaca que “o importante não é o instrumento de financiamento. O essencial é que a obra avance, seja através do PRR, do Portugal 2030 ou do Orçamento do Estado”. Pedro Cepeda sublinha ainda que “esta é uma obra cuja necessidade é hoje consensual”, acrescentando que a principal questão passa por perceber quando terá início. Recorde-se que, em janeiro, a ministra da Saúde visitou Penafiel, tendo reunido com o município e com o conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa. Na ocasião, foram reconhecidas as dificuldades da unidade hospitalar e a necessidade da sua ampliação. A ULS do Tâmega e Sousa é uma das maiores do país em termos de população abrangida, servindo cerca de 500 mil pessoas, com necessidades identificadas há vários anos. O presidente da Câmara garante que acompanha o processo com atenção, manifestando-se “profundamente convicto” de que o Governo não irá falhar com a região. Entretanto, o processo continua a evoluir. Na última semana, decorreu uma reunião na Câmara Municipal de Penafiel com o presidente do conselho de administração da ULS, onde foram analisados os terrenos disponíveis, as questões de mobilidade e as necessidades infraestruturais associadas ao projeto. “O tempo de espera já foi demasiado longo. Tal como aconteceu com o IC35, estamos confiantes de que também este processo terá avanços decisivos”, concluiu o autarca.

Conhecido o novo Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa

A Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS) divulgou no dia de ontem, os novos membros do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa, E.P.E, agora liderado por António Henrique Machado Capelas. António Capelas, que dirigia o Hospital Senhora da Oliveira, Guimarães, sucede a Carlos Alberto Silva, ex-presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), que anunciou a cessação de funções no dia 12 de dezembro de 2023. Nelson Pereira vai assumir funções de Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde hospitalares, e Rui Pedro Carvalho Lopes de Aguiar, funções de Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde primários. Recorde-se que Nelson Pereira cessou funções, como Diretor da UAG da Urgência e Medicina Intensiva, no Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto. Lista: Presidente do conselho de administração – António Henrique Machado Capelas; Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde hospitalares – Nelson José Fernandes de Sousa Pereira; Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde primários – Rui Pedro Carvalho Lopes de Aguiar; Vogal executiva – Sónia Maria Costa e Sousa; Vogal executivo – Hugo Miguel de Sousa Lopes.

CHTS: 78 enfermeiros assinaram escusa de responsabilidade

Segundo informação avançada pelo “Porto Canal”, 78 de 83 enfermeiros do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa assinaram uma escusa de responsabilidade, o que se traduz em 94% dos profissionais, que garantem não terem “condições de assegurar a vida e a segurança das pessoas e a qualidade dos cuidados de enfermagem”. Em declarações ao “Porto Canal”, presidente do Conselho Diretivo do Norte da Ordem dos Enfermeiros confirmou a situação. “Os enfermeiros estão exaustos porque não conseguem dar resposta às necessidades dos doentes”, reconheceu Miguel Vasconcelos. “Cada enfermeiro tenta fazer o seu melhor, vão prestar os cuidados que são mais prioritários. Tudo o resto pode ficar para mais tarde”, admite Miguel Vasconcelos. O presidente da Ordem dos Enfermeiros do Norte acrescenta também que “os enfermeiros não se estão a recusar a prestar cuidados, as condições em que eles estão é que se tornam complicadas”. O documento foi enviado ao Conselho de Administração da ULS Tâmega e Sousa, à ERS e ao Conselho Diretivo da Ordem dos Enfermeiros. Fonte: Porto Canal.

Carlos Alberto despede-se do CHTS destacando o crescimento da saúde na região

 A poucos dias de deixar, a direção do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), o presidente Carlos Alberto faz um balanço dos últimos 7 anos. “ Como em todas as missões, no fim das mesmas, é importante fazer um balanço, para que se possa ter a noção do que foi feito e também daquilo que ficou por fazer. Nestes 7 anos, entre outras coisas, tivemos de enfrentar a COVID19 que, depois do sobressalto inicial e durante mais de 2 anos, se transformou no maior desafio das nossas vidas, que nunca imaginávamos possível, e que, particularmente nesta região, se fez sentir de modo que ninguém mais há-de esquecer“. O presidente salienta o aumento significativo, no que diz respeito à saúde ” Apesar disso, neste período de 7 anos, as cerca de 500.000 pessoas residentes nos 12 Concelhos desta vasta região do Tâmega e Sousa passaram a ter uma resposta em saúde muito maior do que a que existia anteriormente. O número de Consultas aumentou de 300.000 para quase 400.000 anualmente, com a introdução de novas especialidades e com crescimento muito expressivo no Hospital S. Gonçalo em Amarante.          As cirurgias e os doentes internados também cresceram sempre, ao longo dos 7 anos, tendo sido muito visível o crescimento verificado no Hospital S. Gonçalo em Amarante, fundamentalmente nas cirurgias de ambulatório e dos internamentos em Medicina Interna“. Carlos Alberta enaltece o facto de a resposta “às listas de espera para cirurgia é genericamente muito boa, ao nível das melhores do país, embora haja algumas limitações, nomeadamente na Ortopedia, muito devidas à tremenda carga de traumatologia na região, que impede que se possa dar resposta atempada aos doentes em espera, para se assegurar esta resposta mais urgente/emergente, apesar da enorme entrega e dedicação dos profissionais do serviço“. Nos últimos anos, o Centro Hospitalar foi dotado de novas especialidades “tais como Reumatologia, Infecciologia, Hematologia, Imunoalergologia, Oncologia, Genética, Medicina do Trabalho, etc, algumas delas imagináveis algum tempo antes, e fazendo com que, nas patologias destas especialidades, deixasse de ser necessária a deslocação aos hospitais do Porto. Aumentou também muito a formação de jovens (médicos e outros), garantindo, assim, muitos projectos profissionais e de vida, com fixação de quadros de valor acrescentado na região e, desse modo, dar um contributo importante para o desenvolvimento da economia local. Envolvemo-nos activamente, ano após ano, num projecto colectivo com diversas instituições locais e regionais, nas sucessivas candidaturas para a obtenção da possibilidade de se ministrar curso de Medicina nesta região, num processo liderado pela CESPU, e que permitirá alavancar economicamente uma das regiões do país com menor PIB per capita. Promovemos acções de “scouting”, com busca activa de estudantes de medicina e jovens médicos especialistas oriundos dos concelhos desta região, apresentando-lhes as virtualidades do nosso projecto e o potencial de aqui poderem desenvolver o seu projecto profissional e de fixação da família“. O presidente salienta ainda, que o CHTS se tornou “atrativo, “ao contrário do panorama de dificuldade geral, sentido em termos nacionais, na capacidade de fixação de profissionais, o CHTS tornou-se numa instituição atractiva, não sendo hoje difícil a captação de recursos humanos (incluindo médicos de quase todas as especialidades) sempre que tivemos autorização superior para contratação. Os jovens (incluindo os médicos), escolhem hoje o CHTS como uma das primeiras opções nas suas escolhas, o que dá esperança e garantia da melhoria crescente da prestação assistencial à nossa vasta população, agora na nova realidade de ULSTS. Houve um reforço muito significativo de recursos humanos, passando de cerca de 1.800 para aproximadamente 2.800, tendo sido privilegiados os grupos profissionais mais directamente ligados à prestação de cuidados como Médicos, Enfermeiros, Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica e Técnicos Auxiliares de Saúde. Também o orçamento anual do CHTS teve um incremento muito relevante, tendo passado de 74 milhões de euros para mais de 150 milhões, embora, como adiante se perceberá, continuasse a ser pequeno para as necessidades assistenciais desta vasta população. Promoveu-se uma remodelação muito significativa do edifício do Hospital Padre Américo com o apoio do financiamento comunitário de uma candidatura para a eficiência energética no valor global de 5 milhões de euros, tendo sido revestidas todas as fachadas do edifício, mudadas as janelas, alterada a iluminação para LED, colocados painéis fotovoltaicos, instalada uma central de biomassa, etc., tornando-o, assim, um dos edifícios desta dimensão mais modernos da região“. Um dos marcos foi a aquisição de um equipamento de Ressonância Magnética, “previsto desde a construção do Hospital Padre Américo no ano 2000, mas nunca até então adquirido e que tornava já difícil entender como é que um hospital desta dimensão não tinha um equipamento daqueles“, concliu Carlos Alberto. “Construiu-se um Hospital de Dia polivalente para garantir, nos moldes de intervenção modernos, respostas de ambulatório nas mais diversas vertentes, sendo a Hematologia e a Oncologia as especialidades mais recentes que ali prestam a sua missão. Construiu-se um espaço para a Hemodiálise e para a Pneumologia, passando a ter condições fantásticas de acolhimento, humanização e tratamento diferenciados à nossa população. Criou-se um novo espaço da Maternidade, em que os quartos têm somente uma ou duas camas, tornando assim muito mais humanizada e confortável a presença das mães e acompanhantes“. O novo espaço do erviço de urgência do Hospital Padre Américo deverá ser inaugurado, ainda neste primeiro trimestre, com o objetivo de “minimizar os constrangimentos existentes nesta que é uma das maiores urgências do Norte do país (superior aos hospitais de Gaia, Santo António, Vila Real, Viana do Castelo, Matosinhos, Guimarães, etc.). Renovamos um conjunto muito diverso de equipamentos como Camas (grande número das existentes ainda eram do tempo da construção do hospital, com cerca de 15 anos), TACs, Ecógrafos, Equipamentos Cirúrgicos, etc. Criamos um espaço para a Hemodinâmica, dando assim muito melhores condições ao serviço de Cardiologia para poder prestar uma assistência excepcional aos nossos utentes, nesta área tão sensível e para a qual estamos hoje particularmente bem apetrechados. Criamos o serviço de Hospitalização Domiciliária, indo ao encontro das novas tendências de garantia de assistência fora do ambiente hospitalar, na residência, para

Município de Cinfães e PSD Cinfães preocupados com os constrangimentos nas escalas de médicos no Serviço de Urgência Básica de Cinfães

De acordo com a informação divulgada pelo Aces Tâmega I- Baixo Tâmega, do qual faz parte o Serviço de Urgência Básica (SUB) de Cinfães, este não fará atendimento médico, em vários dias e horários, como noticiou a Rádio Montemuro (ler notícia aqui). Dada a situação, a Câmara Municipal de Cinfães emitiu uma nota, dando conta da sua preocupação, esclarecendo que “contactou o responsável pela elaboração da escala de serviço, que informou que este cenário se deve à falta de recursos humanos”. O Município acrescenta que a situação poderá “ter sido provocada por questões burocráticas, nomeadamente a não renovação dos contratos de alguns médicos que terão terminado a 31 de dezembro, aguardando-se a nomeação da nova administração da ULS para repor a situação e retomar o normal funcionamento”, salientando que “contactou os médicos (que estarão à espera da renovação do contrato de trabalho) e que se mostraram disponíveis para assegurar, de imediato, o serviço no SUB de Cinfães“. A Câmara Municipal refere ainda ter contactado o “Diretor Executivo do SNS, Dr. Fernando Araújo, solicitando a resolução urgente desta situação, tendo o mesmo informado que está a avaliar soluções urgentes para este problema, considerada a enorme relevância para os utentes”, concluindo “Apesar de não ser responsabilidade direta da Câmara Municipal a resolução deste problema, estamos e estaremos a acompanhar a situação e à procura de soluções”. Também o PSD Cinfães demonstrou, em comunicado enviado à redação da Rádio Montemuro, a sua preocupação, referindo o facto de o Hospital Padre Américo, em Penafiel, se debater “com problemas graves, para garantir o rápido acesso aos cuidados de saúde na região, com longas horas de espera nas urgências”, situação que vem “agravar ainda mais o acesso aos cuidados de saúde de todos os Cinfanenses“. Foto: Município de Cinfães.

CHTS esclarece situação da idosa que faleceu à espera de atendimento na urgência do Hospital Padre Américo

O CHTS emitiu um comunicado referente à idosa que faleceu, esta terça-feira, dia 2, no Hospital Padre Américo, em Penafiel, enquanto aguardava por observação. Segundo o mesmo comunicado, a doente deu entrada no Serviço de Urgência Médico Cirúrgica do CHTS às 19:16h, tendo sido submetida a triagem de Manchester pelas 19:19h, recebendo uma pulseira laranja, dado a gravidade da situação. “Às 20h06, após avaliação clínica foi registado o óbito”, avança o Centro Hospitalar, que salienta que se tratava de uma “doente em fim de vida e sem critérios clínicos para qualquer manobra invasiva de reanimação”. “O serviço encontra-se sob enorme  pressão, tendo o número de internados no Serviço de Urgência atingido esta manhã os 85 doentes. Tais circunstâncias dificultam muito o funcionamento do serviço, não só pela sobrecarga de trabalho, mas pelas limitações de espaço que condicionam o normal funcionamento”. ”Neste caso em particular, as ações tomadas teriam sido as mesmas em circunstâncias diferentes”, conclui o CHTS. Foto: CHTS.

Carlos Alberto Silva deixa administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa

Carlos Alberto Silva, atual presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) vai deixar o cargo, segundo anunciou o próprio na rede LinkedIn. Segundo Carlos Alberto Silva, o anúncio de cessações de funções foi feito pela tutela, tendo em contra que nos próximos dias entrará em funções um novo Conselho de Administração para a recém criada Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa. “Apesar da frustração e desilusão de não ter a possibilidade de concretizar no terreno este projeto da ULS, tão desafiante, exigente e ambicioso, saio com a consciência do dever cumprido e de ter entregue toda a minha capacidade e dedicação ao longo dos últimos 7 anos”. Certo de que a nova equipa “terá a oportunidade e a capacidade de fazer bem melhor do que foi feito nos últimos anos, em benefício da vasta população desta área de referência”, Carlos Alberto Silva agradece “toda a colaboração que me foi prestada pelas mais diversas instituições e pessoas individuais que, desse modo, facilitaram a minha tarefa ao longo do tempo”. “Porque a minha única fonte de rendimentos é o salário do meu trabalho e porque não tenho nenhum lugar de quadro para onde regressar, volto ao mercado de trabalho em busca de novo projeto profissional, com a mesma vontade de entrega e dedicação de sempre”, concluiu. A nova Unidade Local de Saúde entrará em funcionamento a 1 de janeiro de 2024, prevendo-se nos próximos dias, ser conhecido o novo Concelho de Administração.

Abertas novas vagas para futura Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa

Segundo informação divulgada pelo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) foi autorizada a abertura de novas vagas para médicos que vão integrar a área de influência da futura Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS), nomeadamente: Especialidades Hospitalares CHTS – 5 Genética médica – 1 Medicina no Trabalho – 2 Medicina física e reabilitação – 2 Cuidados Primários Medicina Geral e Familiar – 22 Amarante – 4 Baião – 1 Cinfães – 6 Figueiró – 1 Resende – 2 Santa Marinha do Zêzere – 1 Jugueiros – 1 Citânia – 1 Galegos – 1 Oliveira do Arda – 2 Tâmega e Douro – 2 Saúde Pública – 1 Vale do Sousa Norte – 1

CHTS: SNS autorizou contratação de 2 médicos especialistas

 O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), vai passar a dispor de 20 novos médicos especialistas, após autorização do SNS, o que vai permitir “continuar o reforço da resposta assistencial à vasta população”, refere o Centro Hospitalar. Desta vez, as especialidades consideradas foram: Cardiologia – 1 Cirurgia Geral – 2 Infeciologia – 2 Endocrinologia – 1; Ginecologia/Obstetrícia – 1; Medicina Intensiva – 2; Medicina Interna – 4; Neurologia – 1; Oftalmologia – 1; Patologia Clínica – 1; Pediatria – 1; Psiquiatria – 1; Pedopsiquiatria – 1; Radiologia – 1.

Região do Tâmega e Sousa vai dispor de 48 novos médicos

De acordo com o novo contexto de Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa, a região do Tâmega e Sousa vai passar a ter ao dispor mais 48 novos médicos, em formação específica, 28 ao nível hospitalar e 20 ao nível dos cuidados primários, nomeadamente: Cuidados de Saúde Hospitalares                ·         Medicina do Trabalho – 1 ·         Otorrinolaringologia – 1 ·         Psiquiatria – 4 ·         Cardiologia – 2 ·         Medicina Interna – 2 ·         Pneumologia – 1 ·         Anestesiologia – 2 ·         Medicina Física e de Reabilitação – 1 ·         Pediatria – 3 ·         Ortopedia – 2 ·         Medicina Intensiva – 2 ·         Psiquiatria da Infância e da Adolescência – 1 ·         Ginecologia /Obstetrícia – 2 ·         Cirurgia Geral – 2 ·         Endocrinologia – 1 ·         Neurologia – 1 Cuidados de Saúde Primários ·         Medicina Geral e familiar – 16 ·         Saúde Pública – 4 “A atratividade destes jovens médicos pela região pode perspetivar que a resposta em saúde se possa reforçar cada vez mais no futuro, particularmente no novo contexto de ULS a partir de janeiro de 2024“, refere o Centro Hospitalar.