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CHTS reforça capacidade assistencial com a contratação de 23 novos médicos especialistas

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) reforçou a sua capacidade assistencial, com a contratação de 23 novos médicos especialistas de Ortopedia, Pediatria, Anestesiologia, Medicina Interna, Medicina Intensiva, Nefrologia, Cirurgia Geral, Medicina do Trabalho, Genética Médica, Infeciologia, Psiquiatria, Pneumologia, Ginecologia/Obstetrícia, Cardiologia, Endocrinologia e Reumatologia. A sessão de acolhimento decorreu esta manhã. Segundo o Centro Hospitalar “Também com estas sessões se promove a maior participação dos profissionais, se criam projetos de vida e se alicerça a atratividade do CHTS e, por consequência, do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.

Infeciologista do CHTS integra programa prioritário da DGS para a área das Infeções Sexualmente Transmissíveis e Infeção pelo VIH

Com o intuito de “coadjuvar a diretora do Programa Prioritário para a área das Infeções Sexualmente Transmissíveis e Infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH)”, o médico especialista em Doenças Infeciosas do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), Rogério Ruas foi um dos elementos nomeados pela Direção Geral de Saúde (DGS). Este programa, um dos 12 de saúde prioritários da DGS, tem como intuito liderar a estratégia de controlo das infeções sexualmente transmissíveis e da infeção pelo VIH em Portugal, promovendo o acesso universal a prevenção, rastreio, diagnóstico precoce e tratamento adequados, combatendo o estigma e a discriminação. Margarida Tavares, Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), é a diretora do Programa Prioritário para a área das Infeções Sexualmente Transmissíveis e Infeção pelo VIH. Rogério Ruas integra o Serviço de Doenças Infeciosas do CHTS, que conta com mais quatro médicos especialistas. O serviço é atualmente  dirigido por Rita Veiga Ferraz e veio dar resposta às necessidades dos mais de 500 mil habitantes da região do Tâmega e Sousa que previamente tinham que se deslocar ao Porto para cuidados especializados de doenças infeciosas. “Para além do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na melhoria da prescrição de antibióticos e tratamento de infeções complexas e por agentes multirresistentes, o Serviço de Doenças Infeciosas é também responsável pelas consultas de infeção VIH e de profilaxia pré-exposição da infeção pelo VIH no adulto (PrEP)”, refere o Centro Hospitalar. A PrEP consiste na utilização preventiva de um fármaco pertencente à classe dos antirretrovíricos antes da exposição sexual ao vírus, de forma a diminuir a probabilidade de infeção pelo VIH. Em associação com práticas de sexo seguro, este fármaco está indicado em pessoas saudáveis com risco acrescido de aquisição de infeção pelo VIH, nomeadamente pessoas com vários parceiros sexuais ou sem companheiro fixo e sem uso de preservativo, utilizadores de drogas endovenosas e trabalhadores(as) do sexo.  A consulta é aberta, gratuita e o utente pode-se inscrever presencialmente, nos balcões da Consulta Externa do Hospital Padre Américo e do Hospital de São Gonçalo, ou através do email consulta.infeciologia.prep@chts.min-saude.pt.

CHTS conta com 6 novos médicos especialistas

O  Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) dispõe de 6 novos médicos especialistas, nomeadamente dois anestesiologistas, um cardiologista, um ginecologista/obstetra e dois ortopedistas. Os médicos foram contratados ao abrigo da legislação recentemente aprovada, havendo ainda mais alguns em avaliação. “Trata-se fundamentalmente de médicos que se encontravam a colaborar com o centro hospitalar em modo precário e que agora passam a assumir colaboração definitiva com particular enfoque na colaboração no Serviço de Urgência.  Os profissionais de saúde são fundamentais para que os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) possam corresponder às necessidades das populações que servem. Assim, com a contratação destes especialistas, são reforçados os cuidados prestados à população do Tâmega e Sousa.  A contratação surge ao abrigo do Decreto-Lei n.º 50-A/2022, de 25 de julho, que estabelece o regime o regime remuneratório do trabalho suplementar realizado por médicos em serviços de urgência”, refere  em comunicado enviado à redação da Rádio Montemuro, o Centro Hospitalar.

CHTS já dispõe de um novo equipamento de TAC

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) adquiriu um novo equipamento de TAC. Segundo a nota divulgada na rede social Facebook, o equipamento ” significa um grande salto qualitativo, na qualidade da imagem que permite muito melhores estudos, particularmente em Via Verde AVC e outros, além da rapidez de processamento. O CHTS fica melhor e a população também passa a ter um serviço de muito melhor qualidade”. Na mesma nota, pode ler-se que o  “equipamento de Ressonância Magnética tem estado em instalação, mas devido à falta de peças no mercado internacional, houve atraso e o início de funcionamento está previsto para a 1ª quinzena de Setembro”.

Assinados os Autos de Transferência na área da saúde com o ACES Tâmega Vale do Sousa Sul

Foram assinados ontem, os Autos de Transferência na área da saúde, com os municípios pertencentes ao ACES Tâmega Vale do Sousa Sul, nomeadamente Paredes, Penafiel e Castelo de Paiva. Lembrando que, há ” 201 municípios, no território continental, abrangidos pelo processo de descentralização de competências na área da Saúde”, a Ministra Marta Temido disse, nesta sua deslocação ao Vale do Sousa, que ” até à semana passada 40 municípios tinham assinado os seus autos de transferência ou estavam em vias de o fazer, e até ao final do mês de junho temos a expectativa de que outros 60 municípios possam também assinar os seus autos “, perspetivou a governante. Depois da cerimónia, em declarações à comunicação social, a ministra admitiu que o Governo está “longe ainda do que é a meta”, classificando o trabalho como “de negociação” e não “de imposição”, recordando que “há sempre limitações financeiras em toda a gestão “, e que este processo foi feito “no sentido de ser neutral do ponto de vista financeiro “. Reconhecendo contudo, que ” há casos em que as infraestruturas de cuidados de saúde primários estão numa situação em que precisariam de investimento”, Marta Temido disse que isso é algo que está a tentar ser articulado “com os investimentos associados ao Plano de Recuperação e Resiliência [PRR]”, acontecendo o mesmo com as viaturas dos serviços, manifestando o desejo de que o processo seja mais do que “a gestão do edificado, de viaturas, de alguns contratos de logística”, chamando a atenção para a importância de elaboração das estratégias municipais de saúde, que podem e devem ser aprofundadas. Na cerimónia, onde marcaram presença Carlos Nunes, do Conselho diretivo da ARS Norte, e Fernando Malheiro do Conselho diretivo do ACES Tâmega Vale do Sousa Sul, o município paivense esteve representado nesta cerimónia pela Vereadora Liliana Vieira, responsável pela área da saúde no Executivo Municipal. Na sua intervenção, a Vereadora Liliana Vieira realçou, “ o enorme desafio para os que agora, assumem a responsabilidade da gestão ao nível operacional e dos recursos humanos que são o rosto do SNS todos os dias e que reforça o papel do poder local junto da nossa população”, destacando que, “ ao Governo, pede-se atenção e disponibilidade e responsabilidade para acompanhar esta delegação agora oficializada”, evidenciando que, “o pacote financeiro a transferir, não pode ser insuficiente para que os Municípios possam desempenhar na plenitude, todas as responsabilidades doravante assumidas”. A responsável municipal sublinhou que, os investimentos em matéria de saúde, têm que ser uma constante, para que, “cada vez mais, possamos prestar um serviço de proximidade e qualidade aos nossos cidadãos, sendo essa a missão que, motiva a trabalhar e pugnar cada vez mais pelo acesso digno à saúde”, consagrado na Constituição da República Portuguesa. Liliana Vieira recordou que, em setembro de 2010, o concelho de Castelo de Paiva viu-se confrontado com o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente, num município rural, com mais de 115 quilómetros quadrados, divididos por seis freguesias e com mais de 15 mil habitantes, que desde essa data, deixou de dispor de qualquer resposta em cuidados de saúde de primeira linha, após as 20 horas, esgrimindo vários argumentos para justificar a reabertura urgente, como uma população cada vez mais envelhecida, sujeita a morbilidades e doenças crónicas, num território disperso, de relevo irregular e acidentado, e não servido de acessos rodoviários rápidos – designadamente autoestradas ou vias rápidas de ligação às mesmas, não existindo sequer um serviço de transportes públicos intermunicipais adequado, com ligações regulares às unidades hospitalares públicas mais próximas. A autarca lembrou ainda que, “ a população vê-se assim, obrigada a percorrer estradas irregulares e perigosas – nomeadamente os cerca de 20 quilómetros da EN106, em Penafiel – para aceder ao serviço de urgência do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, unidade de referência para o concelho de Castelo de Paiva ou os cerca de 40 quilómetros da EN 222, para aceder ao centro Hospitalar Entre Douro e Vouga, também esta unidade de referência para o concelho “, ao mesmo tempo que sublinha que, “ o concelho regista um crescimento substancial da sua atividade turística, com cerca de 270 dormidas anuais por 100 habitantes nas diferentes unidades hoteleiras disponíveis, algumas delas instaladas em locais de acesso remoto, assim como, apresenta atualmente, várias unidades fabris a laborar por turnos, para além das 20 horas, não tendo qualquer resposta em cuidados de saúde de primeira linha, caso algum incidente ocorra em contexto laboral “. A responsável municipal aproveitou a presença da Ministra da Saúde, para reiterar a necessidade de ser reposto o Serviço de Urgência Básica em Castelo de Paiva, permitindo à população do concelho ter acesso a um primeiro nível de acolhimento e resposta a situações de urgência, cumprindo, não apenas com os princípios de equidade e solidariedade do Serviço Nacional de Saúde, mas também com os critérios técnicos que estão determinados pelo Sistema Integrado de Emergência Médica, evidenciando a vontade e disponibilidade do município para colaborar com todas as entidades responsáveis neste processo, para que este anseio se concretize numa realidade. Relativamente à delegação de competências assumida, Liliana Vieira sublinhou a vontade de ter um papel mais ativo, “ultrapassando o papel de meros administradores de condomínio e assumindo responsabilidades que entendemos serem úteis e benéficas para a população, com a oportunidade de colaborar nas decisões de carácter funcional das unidades de saúde locais, tais como, o alargamento dos horários de funcionamento, mais valências disponíveis, melhores serviços e instalações”. Nesta abordagem, a Vereadora da Saúde da edilidade paivense, recordou que, Castelo de Paiva é o único concelho do ACES Tâmega Vale do Sousa Sul que não têm em funcionamento, uma Unidade de Cuidados à Comunidade, considerando que a UCC é de extrema importância para o apoio e acompanhamento de pessoas e famílias em situação de maior vulnerabilidade, daí pugnar pela regularização desta desigualdade, esperando que o Governo tenha um olhar mais atento para o concelho de Castelo de Paiva.         Fonte: Câmara Municipal de Castelo de Paiva

II Simpósio “Um dia com o aparelho Ilizarov” realizou-se no CHTS

Com a presença de várias especialistas de renome, o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) foi palco do II Simpósio “Um dia com o aparelho Ilizarov”. Jorge Mendes, diretor do Serviço de Ortopedia, na sessão de abertura do simpósio, salientou a oportunidade de partilha de conhecimentos, bem como o relato da experiência do serviço “sobre esta técnica diferenciadora, utilizada no tratamento dos nossos doentes com sucesso”. O método Ilizarov – segundo João das Dores Carvalho, ortopedista do CHTS e elemento da organização – “revolucionou a ortopedia por completo, uma vez que permite realizar alongamento ósseo, e este alongamento permite que todas as estruturas – vasos, nervos, músculo e pele – se desenvolvam também”. Além de permitir fazer crescer o osso, esta técnica permite ainda tratar infeções, não uniões de fraturas, deformidade grave, “no fundo, permite tratar as patologias mais complexas em ortopedia”, destacou também o especialista. No centro hospitalar são realizadas, anualmente, cerca de 70 intervenções com esta técnica que permite “salvar” membros em situação limite, alguns com indicação para amputação. O simpósio integrou as componentes teórica e prática, com apresentação da técnica e de casos clínicos, bem como com sessões práticas de montagem do aparelho. Participaram cerca de 80 profissionais neste evento, onde marcaram também presença alguns dos nomes mais importantes na área a nível mundial, nomeadamente Prof. Mauricio Catagni, Dr. Nuno Craveiro Lopes e Prof. Alexander Kirienko, entre outros, referiu o Centro Hospitalar, em nota enviada à redação da Rádio Montemuro. O encontro científico culminou com uma cirurgia realizada ontem, 23 de maio, com o apoio do Prof. Catagni, Prof. Kirienko e Dr. Mohannad Allyan, uma referência no Médio Oriente. Fotos: Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa.

CHTS assinala Semana Europeia de Sensibilização para a Insuficiência Cardíaca com posters e vídeos informativos

Até sexta-feira, o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) vai assinalar a Semana Europeia de Sensibilização para a Insuficiência Cardíaca. No Hospital Padre Américo, em Penafiel, estará patente, no átrio do hospital até quarta-feira, uma seleção de posters com informação dirigida ao público em geral sobre a insuficiência cardíaca. A par desta iniciativa, vão ser emitidos vídeos informativos acerca desta problemática. Para o dia 4 de maio, durante a manhã, está marcada a assinatura de protocolo entre o CHTS e a Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC) que cederá tablets à Clínica de Insuficiência Cardíaca (CIC) com o objetivo de os disponibilizar aos doentes com mais necessidade de contactos frequentes, de modo a poderem fazer consultas não presenciais com imagem. O local do país onde a AADIC tem mais sócios é a área influência do CHTS, a maioria dos sócios são doentes da CIC, sendo este o motivo para a atribuição deste equipamento. Ainda no dia 4 de maio, no centro da cidade de Penafiel (Largo da Misericórdia), a partir das 14h30 e com o apoio da Câmara Municipal de Penafiel, terá lugar um encontro, também com o objetivo de sensibilizar a população para a Insuficiência Cardíaca. Durante a próxima semana a fachada da Igreja da Misericórdia vai estar iluminada e haverá cartazes de sensibilização, refere em comunicado o Centro Hospitalar. À noite, o Hospital Padre Américo estará iluminado através da projeção de um coração gigante na fachada. A Semana Europeia de Sensibilização para a Insuficiência Cardíaca, promovida pela Heart failure Association da Sociedade Europeia de Cardiologia, tem como objetivo juntar grupos de trabalho e associações europeias em atividades que alertem para a importância de reconhecer precocemente os sintomas da insuficiência cardíaca, obter um diagnóstico preciso e receber o tratamento adequado.

Tutela autoriza CHTS a contratar 42 enfermeiros especialistas

Dotando o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) de um maior número de profissionais qualificados, a tutela autorizou a contratação de 42 enfermeiros especialistas. Recorde-se que o CHTS serve cerca de 500 mil pessoas, 5% da população portuguesa, que se distribuem por 12 concelhos. Em comunicado, o CHTS refere que tem “feito uma trajetória muito relevante ao eliminar as listas de espera, o CHTS tem estado muito atrativo na captação de novos recursos, dando assim uma perspetiva de sustentabilidade para o futuro e uma garantia de boa resposta à população”.

O CHTS celebra o Dia Mundial da Saúde com lançamento de eBook “Boas Práticas ao Serviço do Utente”

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) vai assinalar o Dia Mundial da Saúde no próximo dia 7 de abril. A celebração será feita com o lançamento do eBook “Boas Práticas ao Serviço do Utente” que tem como objetivo promover a literacia em saúde na comunidade. O e-book tem coordenação científica de Cristina Vaz de Almeida, presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde, e apresenta e explica, através de mensagens simples, alguns dos projetos implementados no centro hospitalar para os utentes e que incluem as diferentes fases do ciclo da vida, ou seja, desde o nascimento ao envelhecimento. Estes trabalhos foram desenvolvidos por equipas multidisciplinares do CHTS e, tendo em conta a constante evolução na área da saúde, o formato eBook foi o escolhido por permitir mais facilmente a atualização dos conteúdos e, assim, garantir sempre uma informação correta e fidedigna aos utentes. A Literacia em Saúde é um tema emergente na sociedade e diversos estudos demonstram que contribui para a promoção da saúde e prevenção da doença dos cidadãos, melhorando o seu bem-estar e qualidade de vida. “Implica o conhecimento, a motivação e as competências das pessoas para aceder, compreender, avaliar e aplicar informação em saúde de forma a formar juízos e tomar decisões no quotidiano sobre cuidados de saúde, prevenção de doenças e promoção da saúde, mantendo ou melhorando a sua qualidade de vida durante todo o ciclo de vida” refere o CHTS. Nesta iniciativa, além dos profissionais e elementos do Conselho de Administração do CHTS, são também convidados a palestrar Francisco Assis, presidente do Conselho Económico e Social, Cristina Vaz de Almeida, presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde, Tânia Neto, utente do CHTS, e Telma Dias da ANOXV – Associação Nacional de Ostomizados.

Já chegou ao CHTS o equipamento de Ressonância Magnética

  O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), dispõe agora do equipamento de ressonância magnética. O equipamento há muito esperado pela comunidade hospitalar, estará em breve ao dispor da população. Em comunicado, o CHTS realça que o“ crescimento da atividade do hospital nos últimos anos, bem como a sua diferenciação e complexidade acrescidos, com novas especialidades, mais profissionais e maior capacidade de resposta às diferentes patologias, sem necessidade de recurso tão assíduo aos hospitais centrais do Porto, tornavam este equipamento absolutamente prioritário”.