Fundos Comunitários

Município do Marco de Canaveses aprova “maior orçamento da história” com aposta na Água e Saneamento, Habitação e Freguesias

Assumindo-se como o “maior orçamento da sua história”, a Câmara Municipal do Marco de Canaveses aprovou o Orçamento para 2025, no valor de 62,5 milhões de euros, com “uma forte aposta” na Água e Saneamento, Habitação e Freguesias. Trata-se de um aumento de 21,2% face ao presente ano, que “vem consolidar o progresso social e económico que vem sendo realizado ao longo dos anos mais recentes, com forte aposta em áreas estratégicas como água e saneamento, habitação, educação, vias de comunicação, infraestruturas e apoio ao associativismo, assegurando também o forte investimento em todas as freguesias”, sublinhaa edil marcuense, Cristina Vieira. Nuno Pinto, Vereador com o Pelouro das Finanças, realça que “este orçamento é ambicioso, mas assenta num grande rigor da gestão financeira do Município, o que possibilita níveis de investimento público nunca vistos e que permitirão avanços em áreas fundamentais para a afirmação do nosso concelho e para o bem-estar dos marcuenses”. O documento assenta na captação de fundos Europeus, como Portugal 2020, o Portugal 2030 e o PRR, referindo o Município que as receitas correntes previstas para 2025 totalizam 43 milhões de euros e as receitas de capital atingem 19,4 milhões de euros. No que diz respeito às despesas correntes, estas estão orçadas em 30,3 milhões de euros, “permitindoa manutenção e o reforço de serviços essenciais, incluindo transferências atualizadas para asfreguesias, alinhadas com a taxa de inflação e o aumento do salário mínimo nacional”, refere a autarquia. As despesas de capital somam 32,1 milhões de euros, com destaque para o Plano Plurianual de Investimentos (PPI), que “alcança um valor histórico de 29,8 milhões de euros reservados às áreas fundamentais”. As obras de Proximidade vão continuar no próximo ano, com um investimento inicial de 2 milhões de euros, valor que se assume 6 vezes superior, face ao ano de 2017. As obras vão incidir nas pavimentações e construção de muros de suporte nas freguesias do concelho. Em relação à água e saneamento, vão ter início em 2025, a execução da ETAR e redes de Agrela e Constance, o reservatório de água de Vila Boa de Quires e a construção de novas redes de abastecimento de água e drenagem de águas residuais em Bem Viver, Vila Boa do Bispo, Alpendorada, Várzea e Torrão, Sande e S. Lourenço do Douro, Paredes de Viadores e Manhuncelos, Soalhães, Marco, Santo Isidoro e Livração, Várzea, Aliviada e Folhada e Tabuado, num valor de mais 16 milhões de euros. No âmbito da Habitação, o Município continuará o plano estabelecido na Estratégia Local de Habitação em 2021, com um investimento total de 16 milhões de euros até 2026. Para 2025, o investimento previsto é de 6,4 milhões de euros em novos fogos habitacionais e na requalificação de edifícios escolares sem uso, com apoio do PRR e do IHRU. Relativamente às acessibilidades, comum investimento de 7,1 milhões de euros já alocados, estão previstas a requalificação de estradas e praças e construção de passeios por todo o concelho, como por exemplo a remodelação Urbanística da Estação do Juncal em Paredes de Viadores e Manhuncelos, requalificação da Rua Dr. Manuel Vasconcelos no Marco (junto à Tapadinha), da Rua de Santa Clara em Alpendorada, Várzea e Torrão, da Rua Dr. Álvaro Augusto Gomes Vieira no Marco ou a construção de passeios na Rua do Talegre e Envolvente no Marco. A Educação tem reservados 835 mil euros no orçamento inicial para 2025, num encargo plurianual de 3,4 milhões de euros. Destacam-se a requalificação da EB 2/3 Carmen Miranda, com abertura do concurso público previsto para o inicio do novo ano, e o avanço no programa “Escola Mais”, focado na continuidade de investimentos em eficiência energética e conforto térmico dos edifícios escolares já em curso. Na área do desporto, incluem-se a requalificação da Piscina da Livração e a segunda fase do Parque Urbano da Cidade do Marco, que representa um compromisso plurianual total de 2,7 milhões de euros. A área do turismo está dotada com 2,1 milhões de euros, com destaque para o projeto de Requalificaçãoda Casa dos Arcos, que será convertida no futuro Centro Interpretativo do Vinho Verde. Em relação à Proteção Civil, PPI prevê 346 mil euros para a renovação da frota do Serviço Municipal de Proteção Civil, assim como equipamento para três novas Unidades Locais de Proteção Civil: ULPC conjunta das Juntas de Freguesia de Tabuado, e Várzea, Aliviada e Folhada; ULPC conjunta das Juntas de Freguesia de Bem Viver e Vila Boa do Bispo; e ULPC conjunta das Juntas de Freguesia de Constance, e Vila Boa de Quires e Maureles.O Orçamento Municipal para 2025 irá a deliberação e votação na Assembleia Municipal, que terá lugar no dia 17 de dezembro.

Baião: Órgão de tubos da igreja de Santa Marinha do Zêzere foi inaugurado com dois concertos

O passado fim de semana foi “especial” para a Freguesia de Santa Marinha do Zêzere, em Baião, que viu o órgão de tubos da igreja de Santa Marinha do Zêzere ser inaugurado, com dois concertos que assinalaram a ocasião.Assumindo-se como “ importante elemento cultural, uma referência do património baionense, que esteve em silêncio durante longos anos, voltou a ecoar com a sua sonoridade distintiva, proporcionando uma experiência sensorial inesquecível, que assinalou este evento histórico para o concelho de Baião e, mais concretamente, para a freguesia zezerense“, refere a autarquia baionense, que realizou a obra de conservação e restauro, com fundos comunitários e municipais. Os concertos inaugurais tiveram Nuno Mimoso como intérprete principal no órgão de tubos, com a participação especial dos músicos Diogo Carvalho (trombone), Sara Costa (clarinete), Bruno Rocha (trompete) e Bernardo Cruz (carrilhão). D. Vitorino Soares, bispo auxiliar do Porto, procedeu à bênção do órgão de tubos, enquanto Nuno Mimoso dava início à celebração.O concerto teve duas récitas e, em formato pedagógico, foi pontuado por comentários musicológicos narrados, que elucidaram o público sobre os compositores das obras e as sonoridades escutadas. Este programa de música sacra portuguesa incluiu, ainda, a estreia do arranjo do “Hino de Santa Marinha” para órgão, trio de sopros e sinos. Nuno Mimoso, fez uma contextualização para demonstrar a importância histórica e social deste instrumento musical, referindo que “o órgão foi consignado na história da música, como o ‘Rei dos Reis” por ser o mais complexo e dispendioso de todo os instrumentos. Na sua intervenção, o presidente da Câmara Paulo Pereira, manifestou a sua “satisfação pessoal por, mais do que uma obra realizada ou um compromisso executado, é ver mais um sonho realizado, pois hoje é o culminar de um trabalho que deve deixar satisfeitos todos que intervieram de formas diversas, para que fosse possível chegarmos aqui.” O autarca referiu ainda António Ponte, que no início deste projeto era diretor da Direção Geral de Cultura do Norte e hoje é diretor do Museu Nacional Soares dos Reis, “que tem permitido ‘pontes’ muito interessantes para o concelho de Baião e a quem eu um dia desafiei a vir a Santa Marinha do Zêzere, para ter a perceção, no terreno, do potencial que aqui existia, pois muita das coisas que conseguimos como autarcas é por lidarmos com pessoas como ele, que sentem isto como nós e se empenham para que se possam encontrar soluções.” Paulo Pereira destacou ainda a “Banda Musical da Casa do Povo, pelo apoio logístico que proporcionou, mas acima de tudo por quilo que representa para o concelho, bem como os Bombeiros Voluntários por fazerem parte da solução, pois permitiram que se realizasse a Eucaristia nas suas instalações, enquanto decorriam as obras.” O edil baionense, deixou ainda palavras de agradecimento ao movimento associativo baionense em geral e ao zezerense em particular, não esquecendo “o Mestre organeiro Pedro Guimarães e a sua equipa pelo excelente trabalho realizado.” Agradeceu ainda à Associação de Municípios do Douro e Tâmega (AMDT) e à entidade pública empresarial Museus e Monumentos de Portugal, tal como aos colaboradores da Câmara Municipal e ao pároco Filipe Azevedo “pelo seu empenho e acompanhamento constante dos trabalhos.” Nuno Mimoso, “reputado especialista que abraçou este projeto desde a primeira hora”, bem como os músicos que atuaram no concerto inaugural, foram também alvo de palavras elogiosas por parte de Paulo Pereira, que afirmou ainda que “hoje fomos duplamente privilegiados por podermos ouvir este magnífico instrumento com mais de 230 anos, calado há tanto tempo, porque assistimos ao vivo, e porque ficará eternamente gravado apenas na nossa memória” Paulo Pereira terminou a sua intervenção, apelando à comunidade que usufrua deste espaço e que aproveite todas as potencialidades que o mesmo possibilita. O presidente da junta de Santa Marinha do Zêzere, Manuel Pereira era um homem emocionado, mas feliz, num “dia de grande alegria, pois, além de termos a nossa igreja e órgão requalificados, assistimos a um esplêndido concerto.” O autarca de freguesia, deixou palavras de gratidão para quem contribuiu para este desiderato, nomeadamente “a todos os envolvidos na obra, desde a empresa executora, aos técnicos da Câmara Municipal”, reconhecendo ainda “o excecional trabalho do professor Nuno Mimoso, que supervisionou o restauro do órgão e dirigiu artisticamente este concerto, bem como aos músicos, que com ele colaboraram neste espetáculo e à Oficina do Mestre Pedro Guimarães pela recuperação completa do órgão.” Por se tratar de uma intervenção com recurso, em parte, a fundos comunitários, Manuel Pereira agradeceu “o apoio da CCDR-N, em particular do seu vice- presidente Jorge Sobrado, tal como à Câmara Municipal, mas também ao presidente Paulo Pereira, que merece um agradecimento especial pela persistência e empenho ao longo de todo o processo e pelo seu trabalho consistente no cumprimento dos compromissos assumidos com a nossa população que, neste caso, nos permitiu garantir o financiamento necessário com a colaboração da Direção Geral da Cultura do Norte.” O presidente da junta zezerense terminou a sua intervenção com um agradecimento a António Ponte “pelas suas palavras encorajadoras de apoio.” Jorge Sobrado, vice-presidente da CCDR-N, declarou-se como “um apaixonado por Baião” e elogiou a autarquia e o seu presidente por “valorizar este instrumento centenário, pondo-o ao serviço da comunidade”. O Projeto de Inauguração e Dinamização Cultural do Órgão Histórico de Santa Marinha do Zêzere, sob a direção artística do maestro, organista, musicólogo e professor Nuno Mimoso, inclui diversas atividades com forte componente educativa e envolvimento da comunidade local, tendo como objetivo “criar uma oportunidade para o desenvolvimento cultural e social da comunidade, este projeto cultural prevê uma programação centrada no órgão de tubos, através de um conjunto de atividades educativas e culturais, interligadas entre si, a serem implementadas regularmente a partir da inauguração doórgão restaurado.” São consideradas três tipologias complementares de atividades: Concertos Didáticos, Visitas Musicais, e Oficinas de Órgão.Os Concertos Didáticos incluirão breves comentários musicológicos para esclarecer o público sobre as obras, compositores e sonoridades do órgão. Destacar-se-á o repertório português do Renascimento ao Clássico e arranjos em conjunto com instrumentos da banda, interpretados por jovens

Resende: Presidente da CCDR NORTE visita obras de reabilitação das Termas de Caldas de Aregos

O Presidente da CCDR-NORTE, António M. Cunha, visitou no pasasdo dia 7 de novembro, a obra de Reabilitação e Reconversão Parcial do Edifício Termal de Caldas de Aregos, no concelho de Resende. Durante a visita, Paulo Moura, autor do projeto explicou a distribuição programática do novo equipamento termal, agora acrescido das funções de SPA e alojamento, dando, ainda, conta do ponto de situação dos trabalhos já executados. Finda a visita ao espaço, o arquiteto fez uma breve apresentação aos presentes de todo o projeto que envolve não só o balneário termal mas também a requalificação urbana de Caldas de Aregos, salienta a autarquia resendense. Garcez Trindade salientou a importância da obra, que visa a 2promoção da boa saúde física dos utentes e, também, do bem estar mental“, salientando “que enquanto a Câmara Municipal se encontrar a gerir o espaço termal o grande objetivo é o de garantir todas as condições para oferecer um serviço de qualidade. Agradeceu também a todos os envolvidos na obra que têm contribuído para a concretização de uma estância termal diferenciadora e de valor“.“. Por sua vez, António M. Cunha agradeceu a visita efetuada referindo que a estância termal é um projeto coerente, que faz todo o sentido, parabenizando os envolvidos no projeto. De salientar que esta obra, no valor de 5,776.605,12 euros, tem o apoio de fundos comunitários, através do PROVERE – Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos. O projeto tem em vista a reabilitação do edifício termal de Caldas de Aregos, “modernizando a oferta termal atual, aumentando o número de valências funcionais e criando outros serviços complementares, indo ao encontro da sua estratégia de localização na região do Douro e da existência do seu melhor recurso que é a água natural mineral que, desde tempos medievais, é reconhecida para tratamentos de saúde e bem-estar“. Marcaram presença, na visita presença o Presidente da Câmara Municipal, Garcez Trindade, o seu executivo camarário, o Secretário-Geral da CIM do Tâmega e Sousa, Telmo Pinto, o autor do projeto Paulo Moura, o Gestor da CCDR-NORTE, Humberto Cerqueira, técnicos da Câmara Municipal, da CIM do Tâmega e Sousa e da empresa adjudicatária Arcelino Cardoso Costa, Lda.

Estudo da Universidade de Aveiro refere que Cinfães é um dos municípios que mais se desenvolveu através dos Fundos Comunitários

Segundo um estudo desenvolvido pela Universidade de Aveiro (UA), o município de Cinfães, no concelho de Viseu,  é um dos que mais se desenvolveu, através de Fundos Comunitários. A investigação teve como objeto de estudo 55 indicadores, de forma avaliar a variação do desenvolvimento sustentável dos territórios em Portugal, entre 2014 e 2020, na sequência do investimento apoiado por Fundos Europeus. A Universidade utilizou como estudo uma metodologia, que “que permite avaliar em que medida os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) são indutores de desenvolvimento sustentável nos municípios e regiões NUTS II em Portugal, assumindo que os impactos no desenvolvimento sustentável (DS) não decorrem de um período de programação/investimento imediato, mas antes de um período de (pelo menos) um ciclo para produzir alguns dos efeitos esperados”. O estudo concluiu que Cinfães, assim como o Concelho de Baião, na região do Tâmega e Sousa estão no topo da avaliação, no que diz respeito à captação de investimento para a concretização de projetos que conduziram à elevação do Índice de Desenvolvimento Sustentável Dinâmico (IDSD). Pode ficar a par do estudo completo através do link https://www.localfeeiods.com/_files/ugd/282f04_d6696b2a260748968f50a3f8f82d04bd.p df

Estudo da Universidade de Aveiro refere que Baião é um dos municípios que mais se desenvolveu através dos Fundos Comunitários

Segundo um estudo desenvolvido pela Universidade de Aveiro (UA), o município de Baião é um dos que mais se desenvolveu, através de Fundos Comunitários. A investigação teve como objeto de estudo 55 indicadores, de forma avaliar a variação do desenvolvimento sustentável dos territórios em Portugal, entre 2014 e 2020, na sequência do investimento apoiado por Fundos Europeus. A Universidade utilizou como estudo uma metodologia, que “que permite avaliar em que medida os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) são indutores de desenvolvimento sustentável nos municípios e regiões NUTS II em Portugal, assumindo que os impactos no desenvolvimento sustentável (DS) não decorrem de um período de programação/investimento imediato, mas antes de um período de (pelo menos) um ciclo para produzir alguns dos efeitos esperados”. O estudo concluiu que Baião, assim como o Concelho de Cinfães, estão no topo da avaliação, no que diz respeito à captação de investimento para a concretização de projetos que conduziram à elevação do Índice de Desenvolvimento Sustentável Dinâmico (IDSD). Paulo Pereira, edil baionense, salienta que o estudo, “vem comprovar o que temos referido, resultando das políticas que o Município tem seguido, no que respeita à captação de Fundos Europeus e Programas de Investimento e que têm permitido investimentos estruturais para o futuro do concelho”. Pode consultar os dados na íntegra através do link: https://www.localfeeiods.com/_files/ugd/282f04_d6696b2a260748968f50a3f8f82d04bd.pdf