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A ULS Tâmega e Sousa disponibiliza horários de funcionamento na região

A ULS Tâmega e Sousa relembra os horários habituais de funcionamento dos Serviços de Atendimento Complementar (SAC), disponíveis em vários concelhos da região. A unidade informa também, que estes serviços se destinam a situações de doença aguda não emergente, durante fins de semana e feriados, funcionando como uma alternativa adequada à urgência hospitalar, no âmbito dos Cuidados de Saúde Primários. Durante a semana, nos dias úteis, os utentes devem procurar atendimento na sua Unidade de Saúde, no horário habitual. Em caso de doença aguda, recomenda-se o contacto prévio com a Linha SNS 24 – 808 24 24 24. Situações de risco de vida devem ser sempre encaminhadas diretamente para o 112. A ULS Tâmega e Sousa alerta também, que ao optar pelos Cuidados de Saúde Primários nas situações adequadas, está a contribuir para um atendimento mais célere e eficiente, ajudando a garantir que os serviços de urgência respondem a quem mais precisa.

USF Douro Verde – Polo Souselo recebe dois médicos de Medicina Geral e Familiar

A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa, no âmbito do Despacho n.º 8445/2025, foi autorizada pela Direção Executiva do SNS a contratar dois médicos de Medicina Geral e Familiar. Estas contratações representam um passo importante para reforçar a qualidade assistencial prestada à população, tentando assim,  ultrapassar as dificuldades na fixação de médicos e assegurar a substituição decorrente de aposentações, mobilidades e ausências. Os profissionais vão agora integrar a USF Douro Verde – Polo Souselo.

Unidade de Saúde de Moimenta em Cinfães vai encerrar a partir do dia 31 de março

Em nota enviada à nossa redação o município de Cinfães dá nota do descontentamento do encerramento da unidade de saúde de Moimenta, que publicamos na integra: O Município de Cinfães foi, surpreendido com a colocação de um aviso que comunica o encerramento da Unidade de Saúde de Moimenta a partir do dia 31 de março. Na sequência desta situação e considerando as várias preocupações atuais, partilhadas pelos autarcas de freguesia e, sobretudo, pelos utentes de Cinfães, que tão prejudicados têm sido, na prestação dos cuidados de saúde, ainda por cima uma população envelhecida e, por consequência, mais carenciada desses cuidados, o presidente da Câmara Municipal, Armando Mourisco, remeteu ao presidente do Conselho de Administração da ULS do Tâmega e Sousa, Dr. José Luís Gaspar, um pedido de esclarecimentos, exigindo respostas urgentes às seguintes necessidades:– Atualmente temos muitos utentes com falta de Médico de Família – em Souselo, Unidade de Saúde com cerca de 5.000 utentes, apenas temos 1 Médico de Família, as outras duas clinicas estão ausentes;- Na Unidade de Saúde de Oliveira do Douro- até então sem Médico de Família, agora apenas com Médico às 2ª feiras todo o dia e 4ª feiras de manhã, e, repare-se, a atender apenas os doentes crônicos (diabetes e hipertensos), utentes esses com agendamento desde agosto do ano passado;- A criação das duas USF anunciadas, a USF Serpa Pinto, em Cinfães e a USF Douro Verde, em Souselo, encontram-se “congeladas”, à espera de vistorias. O atraso provoca a desilusão dos Médicos de Família e a vontade de sair deste concelho (apesar dos apoios que o município dá de 600 euros mês, acrescidos de outros benefícios).- Fomos confrontados, sem auscultação, sem um simples telefonema ou um email, com um comunicado – frio e seco – que informa do encerramento da Unidade de Saúde de Moimenta.- Preocupação acrescida – foi, pelo último presidente do CA, Dr. Henrique Capelas, assinado acordo de contratualização na área da fisioterapia com a Santa Casa da Misericórdia de Cinfães, mas sem efeito à data, visto a falta de uma autorização final da ACSS, que mantém religiosamente os documentos sem despacho. 

  Penafiel: 35 enfermeiros e 22 técnicos auxiliares de saúde reforçam Medicina Interna e Contingência do Hospital Padre Américo

A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULS-TS) chegou a um acordo com a tutela, assegurando a permanência de 35 enfermeiros e 22 técnicos auxiliares de saúde (TAS), que continuarão alocados aos serviços de Medicina Interna e Contingência do Hospital Padre Américo, em Penafiel. Os profissionais tinham sido contratados para o plano de contingência do inverno anterior, tendo-se agora conseguido que sejam contratados para a instituição. Segundo comunicado da ULS, mantém-se a “capacidade de resposta em dois dos serviços hospitalares com maior procura e volume de atendimento de utentes“, dando nota de que a “Medicina Interna é uma das áreas com maior pressão assistencial, visto que é transversal a várias especialidades médicas e desenvolve atividade no serviço de urgência, internamento, hospital de dia e consulta externa”. Henrique Capelas, Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa, destaca “ Em mais de 22 anos, de experiência como gestor na área da saúde, este processo foi resolvido com uma extraordinária rapidez, pelo Ministério da Saúde o que evidencia bem a preocupação que todos temos de ter o máximo de recursos humanos, possíveis, para tratar bem os nossos doentes. Este reforço do quadro de pessoal, nomeadamente de enfermeiros e técnicos auxiliares, permite manter a resposta em serviços absolutamente estratégicos para a ULS. Aproximar e integrar cuidados de saúde implica investir em capacidade humana e foi com grande agrado que vimos a disponibilidade do Ministério da Saúde para responder a esta necessidade.” O Plano de Execução Orçamental para o período 2024-2026 prevê a admissão de um total de 358 enfermeiros e 137 técnicos auxiliares de saúde, o que permitirá melhorar a capacidade assistencial e a resposta à população dos 11 concelhos abrangidos pela Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa.

Município de Penafiel atribui cartão de saúde sénior

O Município de Penafiel vai atribuir aos seniores do concelho, residentes há pelo menos 2 anos no concelho e beneficiários do Complemento Solidário do Idoso (CSI), um seguro de saúde, permitindo-lhes o acesso gratuito aos serviços de saúde. Numa primeira fase está previsto que beneficiem do plano, cerca de 1000 idosos, que terão acesso aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação, com consultas médicas de clínica geral, exames, tratamentos, cirurgias, internamentos, entre outros serviços e despesas médicas. Para o Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Antonino de Sousa, “Esta é uma medida muito importante de apoio social e para mim de uma grande pertinência, porque se destina aos mais desprotegidos e idosos que se encontram numa fase da sua vida em que precisam de todo o apoio possível em termos de saúde. Trata-se de uma promessa eleitoral à nossa população e quem me conhece sabe que só prometemos o que podemos cumprir e que não descansamos até o fazer. É assim com satisfação, orgulho e sentido de dever cumprido que avançamos com esta medida tão importante para os nossos idosos.” Estes atos e/ou serviços serão prestados a preços convencionados, seja por motivo de acidente ou doença, dentro da rede de médicos, clínicas, hospitais e Centros de Meios Complementares de Diagnóstico. Serão ainda disponibilizados descontos diretos e serviços complementares na área da saúde e lazer, tais como: Acupunctura, Estética, Genética, Ginásios, Health Clubs, Termas e SPA, Homeopatia, Nutrição, Osteopatia, Parafarmácias, Podologia, Psicologia, Quirioprática, Shiatsu, Talassoterapia, Terapia da Fala e Higiene Oral. Através desta rede de rede de bem-estar é também garantido aos idosos acesso a rede de óticas, descontos em aros para óculos, lentes para óculos e lentes de contacto.   A candidatura deve ser feita mediante a apresentação dos seguintes documentos: 1)    Formulário de candidatura (ficha de adesão) devidamente preenchido, a disponibilizar na Departamento da Ação Social, Habitação e Saúde da Câmara Municipal e também disponível no site da Câmara Municipal, através do seguinte link: Cartão Saúde Sénior de Penafiel – Câmara Municipal de Penafiel (cm-penafiel.pt); 2)    Declaração do requerente, sob compromisso de honra, da veracidade das informações prestadas; 3)    Atestado de residência e composição do agregado familiar, emitido pela Junta de Freguesia da área de residência; 4)    Fotocópia dos documentos de identificação, cartão de contribuinte e de beneficiário do requerente e dos elementos do agregado familiar; 5)    Documento da Segurança Social comprovativo do recebimento do Complemento Solidário do Idoso (C.S.I.), ou comprovativo do requerimento deste complemento, devendo até ao final da avaliação da candidatura apresentar o seu deferimento. Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, contactar os serviços municipais através do 255 710 714 ou 255 710 700 e/ou através do email inclusao.penafiel@cm-penafiel.pt

Saúde: Projeto de Prescrição Social vai ser implementado em Baião

O Município de Baião tem em curso um projeto de Prescrição Social, com o intuito de promover a integração de cuidados, “possibilitando a médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde prescrever caminhadas, grupos de prática de atividade física, grupos sociais, atividades de lazer e recreativas, momentos de contacto com a natureza, cultura e artes, entre outros, complementando a prescrição de fármacos e restantes terapias médicas que por norma realizam”, salienta a autarquia baionense. Em Baião, o processo encontra-se a decorrer com a coordenação do Centro de Saúde Pública do Baixo Tâmega e da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Baião, apontando para a articulação de cuidados centrados na pessoa, no âmbito de uma parceria entre o setor da saúde (Unidade Local de Saúde Tâmega e Sousa) e o setor social (SAAS), sediado na Câmara Municipal de Baião. O Centro de Saúde de Saúde de Baião foi palco, nos dias 18 e 26 de março, de ações de formação, dirigidas às profissionais dos Serviços de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS) e assistentes sociais da Unidade de Saúde. A melhoria do bem-estar e da saúde mental da população com 55 anos ou mais, inscrita no Centro de Saúde de Baião e com fatores de risco socioeconómicos para (ou com) doença mental comum, seja ela depressão ou ansiedade, são os objetivos desta medidas, pelo que os profissionais podem assim, utilizar novas ferramentas de trabalho, “para dar resposta a necessidades de saúde não clínicas com maior facilidade – sejam necessidades sociais, emocionais, ou práticas, como a solidão, o isolamento social ou eventuais vulnerabilidades económicas ou habitacionais.Os seus benefícios podem incluir a redução dos problemas de saúde mental, o aumento dos níveis de bem-estar, da atividade física, da literacia em saúde, a capacitação para a autogestão da doença, a redução do número de consultas com médicos de família, da prescrição de medicamentos e do número de episódios de urgência”. Organizada desde 2023 em Portugal, a rede integra investigadores, profissionais multidisciplinares, utilizadores de serviços, gestores e decisores políticos, contando com o apoio institucional da Direção Executiva do SNS, do Instituto da Segurança Social e da Direcção-Geral da Saúde. A sua implementação no território surge no quadro de um acordo com a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Universidade Nova de Lisboa, estando atualmente mais de dez projetos em curso nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, no Alentejo, no Algarve e no Norte. Em entrevista ao jornal Público publicada no dia 9 de abril, a diretora da ENSP, Sónia Dias, explicou que o projeto, implementado há cerca de 20 anos no Reino Unido, de onde foi “importado”, tem apresentado evidentes “mais-valias, desde logo um aumento do bem-estar e da qualidade de vida e a melhoria do estado de saúde, com um impacto muito significativo na área da saúde mental. Em Portugal, os dados ainda preliminares, indicam que parece ter benefícios. A nível individual, começamos a ter indicadores de redução do isolamento social, da ansiedade e de alguns sintomas depressivos. Algumas pessoas reportaram também sentir menos dor e um maior sentido de pertença à comunidade, graças ao contacto social.Começamos também a ter indicadores que apontam para uma utilização mais adequada dos cuidados de saúde e para a redução de consumo de alguns medicamentos. Por outro lado, há um impacto ao nível das instituições e do funcionamento em rede. A prescrição social permite uma maior integração das respostas nos diferentes sectores que podem contribuir para a saúde”, referiu.

Serviço de Urgência Básica de Cinfães com constrangimentos no atendimento médico à segundas e sextas-feiras

Segundo informação divulgada pelo Município de Cinfães, o Concelho de Administração da ULS do Tâmega e Sousa procedeu à contratação de 3 médicos para o Serviço de Urgência Básica (SUB) de Cinfães. A partir desta terça-feira, dia 12 de março, haverá ausência de médicos às segundas-feiras, entre as 08h00 e as 20h00, e à sexta-feira, entre as 07h00 e as 20h00. O Diretor Clínico da ULS do Tâmega e Sousa também informou o Município de Cinfães de que “com os contactos com médicos prestadores ainda a acontecer, e com respostas positivas aos pedidos realizados, a mesma será completada e todos avisados de imediato”. Foto: Município de Cinfães.

Conhecido o novo Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa

A Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS) divulgou no dia de ontem, os novos membros do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa, E.P.E, agora liderado por António Henrique Machado Capelas. António Capelas, que dirigia o Hospital Senhora da Oliveira, Guimarães, sucede a Carlos Alberto Silva, ex-presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), que anunciou a cessação de funções no dia 12 de dezembro de 2023. Nelson Pereira vai assumir funções de Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde hospitalares, e Rui Pedro Carvalho Lopes de Aguiar, funções de Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde primários. Recorde-se que Nelson Pereira cessou funções, como Diretor da UAG da Urgência e Medicina Intensiva, no Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto. Lista: Presidente do conselho de administração – António Henrique Machado Capelas; Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde hospitalares – Nelson José Fernandes de Sousa Pereira; Diretor clínico para a área dos cuidados de saúde primários – Rui Pedro Carvalho Lopes de Aguiar; Vogal executiva – Sónia Maria Costa e Sousa; Vogal executivo – Hugo Miguel de Sousa Lopes.

CHTS: 78 enfermeiros assinaram escusa de responsabilidade

Segundo informação avançada pelo “Porto Canal”, 78 de 83 enfermeiros do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa assinaram uma escusa de responsabilidade, o que se traduz em 94% dos profissionais, que garantem não terem “condições de assegurar a vida e a segurança das pessoas e a qualidade dos cuidados de enfermagem”. Em declarações ao “Porto Canal”, presidente do Conselho Diretivo do Norte da Ordem dos Enfermeiros confirmou a situação. “Os enfermeiros estão exaustos porque não conseguem dar resposta às necessidades dos doentes”, reconheceu Miguel Vasconcelos. “Cada enfermeiro tenta fazer o seu melhor, vão prestar os cuidados que são mais prioritários. Tudo o resto pode ficar para mais tarde”, admite Miguel Vasconcelos. O presidente da Ordem dos Enfermeiros do Norte acrescenta também que “os enfermeiros não se estão a recusar a prestar cuidados, as condições em que eles estão é que se tornam complicadas”. O documento foi enviado ao Conselho de Administração da ULS Tâmega e Sousa, à ERS e ao Conselho Diretivo da Ordem dos Enfermeiros. Fonte: Porto Canal.

Carlos Alberto despede-se do CHTS destacando o crescimento da saúde na região

 A poucos dias de deixar, a direção do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), o presidente Carlos Alberto faz um balanço dos últimos 7 anos. “ Como em todas as missões, no fim das mesmas, é importante fazer um balanço, para que se possa ter a noção do que foi feito e também daquilo que ficou por fazer. Nestes 7 anos, entre outras coisas, tivemos de enfrentar a COVID19 que, depois do sobressalto inicial e durante mais de 2 anos, se transformou no maior desafio das nossas vidas, que nunca imaginávamos possível, e que, particularmente nesta região, se fez sentir de modo que ninguém mais há-de esquecer“. O presidente salienta o aumento significativo, no que diz respeito à saúde ” Apesar disso, neste período de 7 anos, as cerca de 500.000 pessoas residentes nos 12 Concelhos desta vasta região do Tâmega e Sousa passaram a ter uma resposta em saúde muito maior do que a que existia anteriormente. O número de Consultas aumentou de 300.000 para quase 400.000 anualmente, com a introdução de novas especialidades e com crescimento muito expressivo no Hospital S. Gonçalo em Amarante.          As cirurgias e os doentes internados também cresceram sempre, ao longo dos 7 anos, tendo sido muito visível o crescimento verificado no Hospital S. Gonçalo em Amarante, fundamentalmente nas cirurgias de ambulatório e dos internamentos em Medicina Interna“. Carlos Alberta enaltece o facto de a resposta “às listas de espera para cirurgia é genericamente muito boa, ao nível das melhores do país, embora haja algumas limitações, nomeadamente na Ortopedia, muito devidas à tremenda carga de traumatologia na região, que impede que se possa dar resposta atempada aos doentes em espera, para se assegurar esta resposta mais urgente/emergente, apesar da enorme entrega e dedicação dos profissionais do serviço“. Nos últimos anos, o Centro Hospitalar foi dotado de novas especialidades “tais como Reumatologia, Infecciologia, Hematologia, Imunoalergologia, Oncologia, Genética, Medicina do Trabalho, etc, algumas delas imagináveis algum tempo antes, e fazendo com que, nas patologias destas especialidades, deixasse de ser necessária a deslocação aos hospitais do Porto. Aumentou também muito a formação de jovens (médicos e outros), garantindo, assim, muitos projectos profissionais e de vida, com fixação de quadros de valor acrescentado na região e, desse modo, dar um contributo importante para o desenvolvimento da economia local. Envolvemo-nos activamente, ano após ano, num projecto colectivo com diversas instituições locais e regionais, nas sucessivas candidaturas para a obtenção da possibilidade de se ministrar curso de Medicina nesta região, num processo liderado pela CESPU, e que permitirá alavancar economicamente uma das regiões do país com menor PIB per capita. Promovemos acções de “scouting”, com busca activa de estudantes de medicina e jovens médicos especialistas oriundos dos concelhos desta região, apresentando-lhes as virtualidades do nosso projecto e o potencial de aqui poderem desenvolver o seu projecto profissional e de fixação da família“. O presidente salienta ainda, que o CHTS se tornou “atrativo, “ao contrário do panorama de dificuldade geral, sentido em termos nacionais, na capacidade de fixação de profissionais, o CHTS tornou-se numa instituição atractiva, não sendo hoje difícil a captação de recursos humanos (incluindo médicos de quase todas as especialidades) sempre que tivemos autorização superior para contratação. Os jovens (incluindo os médicos), escolhem hoje o CHTS como uma das primeiras opções nas suas escolhas, o que dá esperança e garantia da melhoria crescente da prestação assistencial à nossa vasta população, agora na nova realidade de ULSTS. Houve um reforço muito significativo de recursos humanos, passando de cerca de 1.800 para aproximadamente 2.800, tendo sido privilegiados os grupos profissionais mais directamente ligados à prestação de cuidados como Médicos, Enfermeiros, Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica e Técnicos Auxiliares de Saúde. Também o orçamento anual do CHTS teve um incremento muito relevante, tendo passado de 74 milhões de euros para mais de 150 milhões, embora, como adiante se perceberá, continuasse a ser pequeno para as necessidades assistenciais desta vasta população. Promoveu-se uma remodelação muito significativa do edifício do Hospital Padre Américo com o apoio do financiamento comunitário de uma candidatura para a eficiência energética no valor global de 5 milhões de euros, tendo sido revestidas todas as fachadas do edifício, mudadas as janelas, alterada a iluminação para LED, colocados painéis fotovoltaicos, instalada uma central de biomassa, etc., tornando-o, assim, um dos edifícios desta dimensão mais modernos da região“. Um dos marcos foi a aquisição de um equipamento de Ressonância Magnética, “previsto desde a construção do Hospital Padre Américo no ano 2000, mas nunca até então adquirido e que tornava já difícil entender como é que um hospital desta dimensão não tinha um equipamento daqueles“, concliu Carlos Alberto. “Construiu-se um Hospital de Dia polivalente para garantir, nos moldes de intervenção modernos, respostas de ambulatório nas mais diversas vertentes, sendo a Hematologia e a Oncologia as especialidades mais recentes que ali prestam a sua missão. Construiu-se um espaço para a Hemodiálise e para a Pneumologia, passando a ter condições fantásticas de acolhimento, humanização e tratamento diferenciados à nossa população. Criou-se um novo espaço da Maternidade, em que os quartos têm somente uma ou duas camas, tornando assim muito mais humanizada e confortável a presença das mães e acompanhantes“. O novo espaço do erviço de urgência do Hospital Padre Américo deverá ser inaugurado, ainda neste primeiro trimestre, com o objetivo de “minimizar os constrangimentos existentes nesta que é uma das maiores urgências do Norte do país (superior aos hospitais de Gaia, Santo António, Vila Real, Viana do Castelo, Matosinhos, Guimarães, etc.). Renovamos um conjunto muito diverso de equipamentos como Camas (grande número das existentes ainda eram do tempo da construção do hospital, com cerca de 15 anos), TACs, Ecógrafos, Equipamentos Cirúrgicos, etc. Criamos um espaço para a Hemodinâmica, dando assim muito melhores condições ao serviço de Cardiologia para poder prestar uma assistência excepcional aos nossos utentes, nesta área tão sensível e para a qual estamos hoje particularmente bem apetrechados. Criamos o serviço de Hospitalização Domiciliária, indo ao encontro das novas tendências de garantia de assistência fora do ambiente hospitalar, na residência, para