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Primeiros cidadãos ucranianos já chegaram a Cinfães

Já chegaram a Cinfães, os primeiros cidadãos ucranianos, que fugiram da guerra provocada pela Rússia. Segundo a autarquia, “estes juntam-se à jovem, filha de dois ucranianos que já foram emigrantes em Portugal, com passagem por Cinfães, e que foi acolhida por uma família cinfanense já há cerca de um mês”. A autarquia disponibiliza apoio logístico, transporte, alojamento, mobiliário e equipamentos, alimentação e meios informáticos, assegurando também, a integração de crianças e jovens no sistema educativo, acesso ao sistema de saúde, apoio social (serviços de atendimento social da Segurança Social e do Município), apoio jurídico e inserção profissional de adultos. Numa parceria com os Agrupamentos de Escolas, o Município garante, igualmente, o ensino da língua portuguesa. Segundo a autarquia, em articulação com o Alto Comissariado para as Migrações, nos próximos dias aguarda-se a chegada de mais cidadãos ucranianos, que ficarão alojados em habitações cedidas por famílias cinfanenses através do banco de casas e alojamento criado pelo município, para o efeito. As despesas de luz, água e gás, são asseguradas pela autarquia, enquanto as famílias ali permanecerem. Se tem disponibilidade para ajudar de alguma forma as famílias ucranianas, realize a sua inscrição no banco de alojamento, no site do Município ou através do Gabinete de Apoio ao Presidente (255 560 560 / apoio.presidente@cm-cinfaes.pt).  

Concelho de Baião acolheu até ao momento 23 refugiados vindos da Ucrânia

Até ao passado dia 5 de abril, o município de Baião recebeu um total de 23 pessoas, provenientes da Ucrânia.  A autarquia refere em comunicado, que continua a colaborar com o organismo público “Alto Comissariado para as Migrações”, entidade responsável pela coordenação do processo a nível nacional. Recorde-se que numa primeira estância, foram criadas bolsas de alojamento e de acesso a oportunidades de emprego, ao qual se juntaram cidadãos baionenses e empresas locais, além do apoio das Corporações de Bombeiros, Associação Empresarial, Instituições Particulares de Solidariedade Social e Juntas de Freguesia. “Têm também existido muitos donativos para as famílias que já chegaram a Baião, para atenuar necessidades que se verificam em diferentes níveis. Estes donativos são feitos através da entrega de bens, mas também de dinheiro, que chega às famílias nesta fase inicial, de emergência e de maiores dificuldades”, refere a autarquia. Ao mesmo tempo está a ser prestado apoio em áreas importantes para a integração dos cidadãos Ucranianos: – Disponibilização de alojamento, com o respetivo pagamento de água, luz, gás e internet; – Disponibilização de bens de primeira necessidade; – Refeições confecionadas e bens para confeção própria; – Acesso ao sistema nacional de saúde e a cuidados de saúde primários; -Obtenção de toda a documentação para poderem beneficiar da Lei de Proteção Temporária de Pessoas Deslocadas – que permite residência legal, integração no sistema de segurança social e no mercado de trabalho; – Diálogo com os Agrupamentos de Escolas para a integração das crianças ucranianas no sistema educativo. – Diálogo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional e com o Instituto de Segurança Social para a inserção no mercado de trabalho e formação de turmas para aprendizagem do português e obtenção de subsídios. Os canais de comunicação da Câmara Municipal de Baião dedicado ao apoio a cidadãos ucranianos são:- 964552329  /e-mail  sosucrania@cm-baiao.pt      

Concelho do Marco de Canaveses acolhe mais 11 cidadão ucranianos

O concelho do Marco de Canaveses, recebeu ontem, mais 11 cidadãos ucranianos, nomeadamente 5 adultos e 6 crianças. O Serviço Municipal de Proteção Civil do Marco de Canaveses (SMPC) e os Serviços de Ação Social do Município estão, em conjunto com a Junta de Freguesia de Alpendorada, Várzea e Torrão, a coordenar e prestar apoio de integração aos cidadãos, no que diz respeito à legalização da permanência, bem como no acesso a serviços de saúde e educação no caso das crianças. O acolhimento será assegurado pela Junta de Freguesia de Alpendorada, Várzea e Torrão. A 11 de março já tinham chegado ao concelho um grupo de 15 cidadãos, num processo semelhante coordenado pelo SMPC e a Junta de Freguesia de Sande e São Lourenço do Douro.

As famílias baionenses disponibilizaram 12 habitações para refugiados ucranianos

A Câmara Municipal de Baião criou uma bolsa de alojamento para cidadãos ucranianos refugiados da guerra que iniciou no país a 24 de fevereiro. Esta estará disponível para os cidadãos que queiram vir para o concelho de Baião, sendo que a adicionar às soluções habitacionais já disponibilizadas pela autarquia, as famílias baionenses cederam até ao momento 12 habitações para o efeito. As habitações são de diferentes tipologias, desde o t0, passando pelo t1, t2 e t3. A tipologia mais frequente é o t2 (foram disponibilizadas seis habitações deste tipo). Já estavam disponíveis também 13 soluções de alojamento que pertencem à Câmara Municipal de Baião, a entidades sociais do concelho e a corporações de bombeiros baionenses sendo que a totalidade das soluções permitirá acolher 115 pessoas. A autarquia baionense está em contacto com o Governo Português e com o Alto Comissariado para as Migrações (ACM), comunicando regularmente as disponibilidades de apoio e de acolhimento existentes em Baião para receber cidadãos ucranianos. “Estamos muito contentes por ver este nível de generosidade dos baionenses para com o povo ucraniano. A nossa comunidade está a ter vários gestos de apoio. Foram organizadas ações de recolha de alimentos e de outros bens. E a cedência de alojamentos é outro exemplo dessa solidariedade. A nossa comunidade é muito amigável e certamente irá receber de braços abertos as pessoas que queiram vir para Baião, especialmente quando se trata de atenuar o sofrimento deste povo”, refere o presidente da Câmara Municipal de Baião, Paulo Pereira. Já garantiram colaboração na bolsa de acolhimento, a Cecajuvi, o Centro Social de Santa Cruz do Douro, a OBER e a Santa Casa da Misericórdia de Baião, as Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários de Baião e dos Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere e a União de Freguesias de Teixeira e Teixeiró. Estão incluídos apartamentos e casas propriedade destas entidades, estando ainda em aberto a possibilidade de serem realizadas obras de adaptação de antigas escolas primárias desativadas, para esta finalidade. As empresas do concelho também mostraram disponibilidade de acolher trabalhadores da Ucrânia que cheguem a Baião. Estas ofertas foram transmitidas aos Gabinetes de Inserção Profissional do concelho, que estão disponíveis para atender todos os cidadãos. Ao todo estão identificadas 46 oportunidades de emprego repartidas pelas seguintes áreas “hotelaria e turismo” (11 vagas), “confeção têxtil” (2 vagas), “restauração” (3 vagas) e “construção civil” (30 vagas). Estas vagas podem ser preenchidas por cidadãos portugueses, ucranianos ou de outra nacionalidade. Contudo, existiu essa comunicação da sua disponibilidade, por parte das empresas do concelho no contexto da grave crise humanitária que afeta os ucranianos, no seguimento da guerra vivida naquele país. Os cidadãos e empresas baionenses podem colaborar no apoio aos cidadãos ucranianos nas duas vertentes de alojamento e emprego, comunicando com a Câmara Municipal através destes contactos: – 964552329 – e-mail sosucrania@cm-baiao.pt

Autarquia de Baião disponibiliza 4 alojamentos para acolher refugiados da Ucrânia

O município de Baião, está disponível para alojar refugiados ucranianos. Em nota enviada à redação da Rádio Montemuro, a autarquia de Baião dá conta que o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Pereira, contactou esta manhã com Cláudia Pereira, Secretária de Estado para a Integração e as Migrações, com o intuito de informar sobre a disponibilidade em ceder alojamentos municipais aos cidadãos, dois albergues e de dois apartamentos, de tipologia T3 e T4. “Venho, por este meio, manifestar a V. Exª a nossa solidariedade com a Ucrânia e de nos associarmos a este povo que se encontra num difícil e complexo contexto de guerra”, referiu o autarca baionense, acrescentando “Estamos ainda abertos à possibilidade de cedência doutras instalações mediante necessidade, ainda que venham a carecer de pequenas obras de adaptação”. A autarquia salienta também “estar preparada para estudar outras soluções de acolhimento e de apoio, nomeadamente a abertura de um banco de recolha de bens e alimentos, conforme as autoridades nacionais considerem conveniente”. Na última sessão da Assembleia Municipal de Baião, realizada a 26 de fevereiro, os deputados municipais aprovaram por unanimidade um voto de pesar pela invasão da Ucrânia pela Rússia e observaram um minuto de silêncio pelas vítimas deste conflito.