DOLMEN

Resende: Dolmen promove Ação de Demonstração em Campo de “Gestão da Fertilização na Cerejeira”

  Decorre amanhã pelas 10h00, uma Ação de Demonstração em Campo de “Gestão da Fertilização na Cerejeira”, num pomar de cerejeiras situado na freguesia de Paus, concelho de Resende. A ação a cargo da Dolmen– Desenvolvimento Local e Regional, tem como intuito a “partilha das melhores práticas de fertilização nesta cultura”. Realize a sua inscrição através do link: https://forms.gle/e8rid5fKNwkcqA6y8

Dolmen participou em reuniões de definição das novas estratégias LEADER/DLBC 2030

Decorreram nos dias 24 de março e 27 de abril, ações de trabalho promovidas pela Minha Terra – Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local, dirigidas aos Grupos de Ação Local. A Dolmen, entidade local gestora do Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) Rural Douro Verde 2020 nos concelhos de Amarante, Baião, Cinfães, Marco de Canaveses, Penafiel e Resende, foi uma das entidades participantes. A reunião possibilitou refletir sobre as prioridades das próximas Estratégias de Desenvolvimento Local, a aplicar pelos grupos nos respetivos territórios de intervenção, no próximo quadro de programação, ou seja, no LEADER/DLBC 2030. A primeira sessão centrou-se nas temáticas, áreas e tipologias de intervenção a incluir neste instrumento. Já a segunda teve enfoque no modelo de governação pretendido. Um dos pontos comuns a todos, é a necessidade de reforçar a autonomia de decisão de base local, permitindo assim que sejam acauteladas diferenças existentes entre territórios e definidas medidas que se adequem às realidades locais. O principal objetivo das Estratégias de Desenvolvimento Local é a promoção de territórios mais competitivos, sustentáveis, atrativos e coesos. As sessões tiveram lugar através da plataforma ZOOM.

Autarquia de Baião, Dolmen e operadores privados debateram desafios do setor do turismo

O Auditório Municipal de Baião, foi palco no passado dia 13 de abril, de uma reunião entre a autarquia de Baião e os responsáveis por empresas de turismo do concelho (empreendimentos turísticos, alojamento local e animação turística). “Dialogar sobre a situação que se vive com a pandemia Covid-19, sobre o projeto de certificação de Baião, como destino turístico sustentável e abordar alguns dos apoios responsáveis por empresas de turismo do concelho (empreendimentos turísticos, alojamento local e animação turística)”, foram os principais objetivos da reunião, refere a autarquia baionense, em comunicado. O edil baionense, Paulo Pereira, salientou o papel fundamental das entidades de hotelaria, restauração e animação turística. “São empresas que promovem a hospitalidade do noss concelho, o bem receber dos baionenses e que valorizam muito o património natural e cultural que Baião possui”, referiu. A vereadora do turismo, Anabela Cardoso, referiu que muitos investimentos da autarquia têm também como objetivo aumentar a oferta turística e cultural do concelho. A recuperação do Mosteiro de Santo André de Ancede, a nova Biblioteca Municipal, os passeios pedonais da Pala ou a renovação do Auditório Municipal inserem-se nesta estratégia. “Ao valorizarmos as nossas infraestruturas estamos, também, a criar pontos de interesse e de visitação e assim a contribuir para que haja mais oferta em Baião e as pessoas queiram permanecer mais tempo no nosso território”, concluiu Anabela Cardoso. O vereador dos Assuntos Económicos, José Lima, referiu que “a Câmara está a trabalhar de forma árdua para ultrapassar situações difíceis que algumas empresas estão a passar, estando em preparação vários apoios e novas medidas”. José Lima pediu aos empreendedores para trabalharem todos no mesmo sentido “porque todos juntos somos mais fortes”, concluiu. Através da internet participou na reunião Daniel Frey, da organização Earth Check, que apresentou as vantagens da certificação de Baião como destino ambientalmente sustentável. Para Daniel Frey “o turismo no concelho de Baião tem de se afirmar como um eixo de desenvolvimento económico, social, cultural e ambiental de todo o território, posicionando Baião como um destino turístico competitivo e sustentável, mas para que isso aconteça é necessário que toda a comunidade esteja envolvida”, referiu. Paulo Carrança, representante da Porto e Norte – Entidade Regional de Turismo, deu a conhecer as linhas de apoio financeiro existentes, criadas para o momento que o país atravessa. Estas têm como objetivo fazer face à vulnerabilidade económica causada pela paragem de atividade em função da COVID-19. Participaram na reunião mais de 20 agentes turísticos do concelho, que contou também com representantes da cooperativa Dolmen, da Associação de Municípios do Baixo Tâmega e da Associação Empresarial de Baião.

Foram apresentados os resultados do Grupo Operacional da Cereja de Resende

Realizou-se no passado dia 31 de março, a apresentação dos resultados obtidos pelo segundo ano do projeto do Grupo Operacional da Cereja de Resende. Cofinanciado pelo PDR 2020, este projeto tem como objetivo criação de condições com vista à melhoria da capacidade competitiva da produção de Cereja de Resende, em diferentes cotas (baixa, média e alta) e a sua adaptação. A apresentação foi levada a cabo através de um webinar, onde marcaram presença Garcez Trindade, Presidente da Câmara Municipal de Resende, Berta Gonçalves, Ana Paula Silva e João Ricardo Sousa, investigadores do CITAB (Centro de Investigação e Tecnologias Agroambientais e Biológicas/UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), Elsa Pinheiro, Coordenadora Geral da Dolmen, Francisco Guedes, da CERMOUROS (Cerejas de S. Martinho de Mouros, Lda) e Armindo Pinto, produtor de cereja. Entre os temas abordados no webinar, salientou-se a importância da instalação e condução de pomares de cerejeira. Segundo o comunicado da Dolmen, durante a sessão foi possível “perceber que a produção sustentável e regular de cerejas de alta qualidade só é possível se forem ponderados diferentes fatores, desde logo a localização do pomar, exigindo um planeamento cuidadoso, isto porque a sua instalação envolve despesas muito elevadas e compromissos a longo prazo.“ Outro dos temas abordados foi a escolha acertada das variedades de cerejeira, em função da cota em que está instalado o pomar, sendo que numa cota mais baixa, devem ser escolhidas cerejas que frutificam antes do tempo, como as Nimba, Early Bigi, Burlat, Rocket e Brooks. No entanto, numa cota alta, deverão ser selecionadas variedades mais tardias, como a Skeera, Sweetheart e Staccato. Um alterta deixado durante o webinar, foi o de que as alterações climáticas, e consequente aquecimento do planeta, pode prejudicar as cerejas de cota baixa, que se destacam pela necessidade de frio. O papel da Dolmen neste projeto marcou-se pelo envolvimento na investigação inicial e na disseminação do conhecimento, na promoção de ações de divulgação e de ações de Benchmarking. A Coordenadora Geral da Dolmen, Elsa Pinheiro destacou durante o webinar, o apoio que a Dolmen tem dado nomeadamente no âmbito do apoio da medida 10.2.1.1 – Pequenos Investimentos na Exploração Agrícola, canalizados através da DLBC Rural Douro Verde 2020, sendo que até ao momento, foram aprovadas 17 candidaturas que correspondem a um investimento elegível de cerca de 350 mil euros, estando ainda em análise 9 candidaturas.

Dolmen apoia empreendedores em criação de emprego

A Dolmen , CRL disponibiliza um serviço de apoio a empreendedores que pretendem desenvolver um projeto de criação de emprego. Se está desempregado, inscrito nos serviços de emprego e tem interesse em criar o seu próprio emprego ou empresa, através de programas e medidas de apoio promovidas pelo IEFP, os técnicos da Dolmen poderão ajudá-lo durante o processo. Para saber mais contacte através do e-mail dolmen@sapo.pt ou pelo número de telefone 255 100 025.

Apresentado Plano de Desenvolvimento do Artesanato do Marco de Canaveses

O Auditório Municipal Prof. ª Emília Monteiro, em Marco de Canaveses, foi palco no passado sábado, da apresentação do Plano de Desenvolvimento do Artesanato do Marco de Canaveses, nomeadamente as medidas e as ações a desenvolver com o intuito de “revitalizar as artes e ofícios”.   Além de contar com a colaboração do IEFP, de forma a dinamizar ações de formação de marketing, gestão de negócios, entre outras, o projeto conta também com a colaboração da CEARTE- Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património para certificação de produtos artesanais e emissão das cartas de artesão. Contempla também a possibilidade de colaboração da Cooperativa Dolmen, para ação de Formação: Laboratório / Formação Produção de Chapéus de Palha, uma marca registada pelo município, que se pretende preservar. Esta formação/ laboratório tem como objetivo conjugar o conhecimento, a técnica e a inovação na elaboração de um produto artesanal genuinamente característico do Marco de Canaveses: os chapéus de palha. A edil marcuense, Cristina Viera, realçou “a importância de reforçar o artesanato como marca identitária do Concelho assumindo-se como um produto diferenciador”. A elaboração do Diagnóstico do Artesanato no Concelho, em curso,  e o Plano de Ações Plano de Desenvolvimento do Artesanato decorre das ações em curso, no âmbito da implementação da Carta Estratégica de Turismo do Marco de Canaveses “um fator determinante no sentido de definir futuras ações, indo ao encontro das especificidades e necessidades dos artesãos”, disse ainda a autarca, que confirmou “Estamos também a trabalhar para que os nossos artesãos tenham também um espaço privilegiado no novo Museu Carmen Miranda”. Esta iniciativa contou com a participação por videoconferência de Cândido Zoio, do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, que prestou esclarecimentos sobre as tipologias de apoios direcionados para este tipo de atividade – o artesanato em concreto. Houve ainda espaço para o testemunho da artesã Marta Cruz, tecedeira amarantina que fez coleção de bordados para malas originais, do designer francês Christian Louboutin, abordando o seu percurso, e da relevância da inovação no processo de capacitação criativa.    

Dolmen apresenta resultados do Grupo Operacional da Cereja de Resende a 31 de março

A Dolmen vai levar a cabo no próximo dia 31 de março, a sessão de apresentação dos resultados obtidos no âmbito do Grupo Operacional da Cereja de Resende. A sessão terá o formato de webinar, entre as 14h00 e as 16h30. Nesta sessão será efetuado um ponto de situação dos trabalhos realizados até ao momento pelo Grupo Operacional, que tem como objetivo criar condições para melhorar a capacidade competitiva da produção de Cereja de Resende, em diferentes cotas (baixa, média e alta) a sua adaptação, certificação e integração no mercado. O projeto é liderado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), sendo a Dolmen uma entidade parceira deste projeto, a par da Câmara Municipal de Resende, e de produtores de cereja do município. Para poder participar, deve proceder à inscrição através do seguinte formulário, até ao dia 29 de março.

A Dolmen vai organizar o Webinar “Vespa Velutina: Mitigação dos Impactos”

A Dolmen vai promover, no próximo dia 16 de março, uma ação de sensibilziação intitulada  “Vespa Velutina: mitigação dos impactos”, a realizar no âmbito do Grupo Operacional – Controlo e minimização de prejuízos da espécie invasora vespa velutina nigrithorax na produção apícola, que é cofinanciado pelo PDR 2020, assumindo-se como principal objetivo desta iniciativa, a partilha do conhecimento gerado. A iniciativa será levada a cabo online, em formato webinar, entre as 10h00 e as 12h30, no qual será efetuado um ponto de situação dos trabalhos realizados até ao presente momento no âmbito deste Grupo Operacional, devendo ainda ser apresentadas algumas abordagens de combate a esta praga, que nesta época do ano, se reveste de particular relevância para os apicultores. Para participar na iniciativa gratuita, deve proceder à inscrição através do preenchimento do formulário, até ao dia 12 de março.

O projeto Des Agro 4.0 identificou novas tecnologias para os setores agroalimentar e agroindustrial

Foram identificados, no âmbito do projeto Des Agro 4.0, que incide nos territórios do Douro Verde e Cova da Beira, novas inovações tecnológicas que podem melhorar o setor agroalimentar e agroindustrial e que abrangem pequenos ruminantes (ovinos e caprinos), cereja, vinha, queijarias, entrepostos frutícolas, adegas e fumeiro. O mapeamento foi desenvolvido pela WellAdvisedco, e foi estruturado com base em  diferentes categorias de tecnologias AgTech (tecnologias para agricultura digital; tecnologias para a ciência animal e tecnologias para a cadeia de valor agrícola pós-colheita). Para pequenos ruminantes, foram  identificadas 4 tecnologias de monitorização e localização dos animais em pastoreio, de seleção genética e de otimização da gestão de propriedades de criação, para pomar e vinha, foram identificadas 8 tecnologias de recolha de dados ambientais, de gestão, monitorização e previsão de colheita, pragas, doenças e irrigação, e para os entrepostos frutícolas, adegas, queijarias e produtores de fumeiro, foram identificadas 4 tecnologias no âmbito da monitorização e avaliação de qualidade de todas as etapas do processo de produção, logística, qualidade e rastreabilidade, assim como de gestão de requisitos legais e normativos. Segundo a Dolmen, estas inovações “têm um acentuado enfoque internacional e forte aplicabilidade e geração de valor em pequenas e médias empresas.” O mapeamento e dos diagnósticos realizados às empresas localizadas nos territórios Douro Verde e Cova da Beira irão dar origem a dossiês de inovação, que constituirão um instrumento de apoio à tomada de decisão pelos empresários.  Para estes dossiês contribuirá ainda o conhecimento obtido através das visitas internacionais, a realizar de forma virtual, que permitirão recolher testemunhos da aplicação prática das tecnologias. Um dos principais objetivos da iniciativa, é informar e sensibilizar as empresas dos setores agroalimentar e agroindustrial dos territórios do Douro Verde e Cova da Beira, relativamente às vantagens das tecnologias da Agricultura 4.0 (Quarta Revolução Industrial) na evolução para um novo patamar competitivo, com o objetivo de maiores rendimentos, menores custos e menor impacto ambiental. O projeto Des Agro 4.0 é liderado pela Dolmen em parceria com mais o Grupo de Ação Local da Cova da Beira – RUDE, a Universidade de Trás os Montes e Alto Douro e o Instituto Politécnico de Castelo Branco, sendo  cofinanciado pelo Compete 2020.

Webinar “A digitalização nas comunidades locais” vai contar com a participação da Ministra da Agricultura

Moderado pela jornalista Fernanda Freitas, e com a abertura da Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, tem lugar amanhã pelas 17h30, o webinar “A digitalização nas comunidades locais”. “Qual a importância da Digitalização nos Territórios Rurais e os impactos que a mesma exerce nos processos de desenvolvimento das Comunidades Locais. O acesso à conetividade, a produção e comercialização, a literacia digital, os modelos de trabalho, os serviços básicos. O que temos? O que queremos atingir? Como chegamos lá?”, serão os temas abordados. O webinar terá como oradores a Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, seguindo-se também as reflexões do Vice-Reitor da UTAD, Artur Cristóvão, do investigador e representante da INOVA-RIA, Rui Lopes e da Presidente da Federação Minha Terra, Ana Paula Xavier. Esta é uma iniciativa no âmbito do projeto de Cooperação INCOMUN Inovação no mundo rural.