Amarante

A Ecopista do Tâmega venceu o Prémio Europeu de Vias Verdes

A Ecopista do Tâmega que liga Amarante, Celorico de Basto e Cabeceiras de Basto foi distinguida com o Prémio Europeu de Vias Verdes, que premeia a valorização de linhas férreas desativadas. A distinção foi revelada a 30 de setembro, no âmbito na conferência internacional sobre Vias Verdes, Mobilidade, Lazer e Turismo, que decorreu na cidade de Valência, Espanha. Marcaram presença no evento a Vereadora da Cultura de Cabeceiras de Basto, Carla Lousada e o Vice-Presidente de Celorico de Basto, Carlos Fernando Peixoto, em representação da Associação de Municípios do Baixo Tâmega (AMBT). Este é um prémio bienal que reconhece exemplos das Vias Verdes em toda a Europa com o objetivo de promover os melhores representantes, de modo a serem replicados em outras vias verdes na Europa. Em 2007, a REFER e as autarquias envolvidas assinaram um protocolo que resultaria na construção da Ecopista do Tâmega que se inicia em Amarante, passa por Celorico de Basto e termina no Museu Ferroviário de Arco de Baúlhe, em Cabeceiras de Basto. O percurso segue o rio Tâmega em quase todo o seu traçado, com uma extensão de 39 quilómetros por paisagens diversas como floresta e campos agrícolas. É um traçado que combina troço em ciclovia e terra batida, passa por estações e apeadeiro com os típicos azulejos, pontes e um túnel com uma extensão de 150 metros. O Presidente da Associação de Municípios do Baixo Tâmega, Paulo Pereira, considera que este prémio “demonstra, uma vez mais, que a existência desta Associação de Municípios é sem dúvida uma mais-valia para esta região. Só através desta sinergia criada entre os municípios foi possível conquistar este prémio, que está ao alcance de muito poucos e que promoverá e divulgará a região de forma exemplar, mostrando claramente que o associativismo público é um exemplo de desenvolvimento regional.” Os Municípios de Amarante, Celorico de Basto e Cabeceiras de Basto através da Associação de Municípios do Baixo Tâmega, apresentaram uma candidatura conjunta ao 10.º Prémio Europeu de Vias Verdes, promovido pela Associação Europeia de Vias Verdes que distingue exemplos das melhores práticas das vias verdes em território europeu em três categorias: prémio de excelência, iniciativas exemplares e um prémio especial atribuído pelo júri. A candidatura foi galardoada na categoria de prémio especial concedido para recompensar iniciativas que valorizem a herança ferroviária e/ou iniciativas ou produtos turísticos que promovam o uso de comboios, incluindo o transporte de bicicletas, para aceder às vias verdes, e destinadas a um ou mais desses trilhos. Segundo a AMBT este prémio, que faz parte das atividades integradas no ANO EUROPEU DA FERROVIA 2021 (EYR), reflete igualmente a aposta acertada destes municípios na criação de uma ecopista, da sua valorização e promoção.  

O Hospital de S. Gonçalo, Amarante, representa hoje, 31% das cirurgias do CHTS

O Hospital São Gonçalo, em Amarante, tem vindo a registar, um crescimento de atividade significativo, em particular ao nível das cirurgias. Segundo o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), em 2016 foram realizadas 2.456 cirurgias. No ano 2019, ano anterior à COVID 19, o número de cirurgias realizadas foi de 4.828. Este ano, 2021, apesar dos constrangimentos relacionados com a pandemia, em oito meses, as cirurgias realizadas no Hospital de são Gonçalo atingiram já 4.287, o que, segundo o CHTS, “denota bem o grande progresso no acesso aos cuidados de saúde garantido aos utentes, com o esforço e dedicação dos profissionais.” Em dezembro 2016, as cirurgias no Hospital São Gonçalo representavam 15% do total de cirurgias do CHTS, em agosto de 2021, representam já 31%. Atualmente, segundo o CHTS, quase não existem casos de doentes em espera além do tempo recomendado, exceto alguns casos absolutamente marginais. O Hospital São Gonçalo, em conjunto com o Hospital Padre Américo, em Penafiel, representa o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), que representa 5% da população portuguesa, distribuída por 12 concelhos, em quatro distritos.  

CENSOS 2021: A região do Tâmega e Sousa perdeu um total de 24 037 habitantes desde 2011

Foram lançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os dados preliminares do recenseamento nacional 2021 (CENSOS 2021). Os dados apresentados mostram a primeira vez desde 1970 que o país perde população entre recenseamentos, sendo que há menos 2% de população em Portugal, comparativamente com 2011 para um total de 10 347 892 residentes. O CENSOS 2021 também mostra que quase todo o interior do país perdeu população, com 50% da população nacional concentrada em 31 concelhos de Lisboa e Porto. As mulheres representam a maioria da população, correspondendo a 52% dos residentes em Portugal. A fase de recolha dos Censos 2021, que foi realizada por cerca de 15 mil pessoas, decorreu entre 5 de abril e 31 de maio, sendo que, segundo o INE,  99,3% das respostas da população chegaram por via digital. Na região do Tâmega e Sousa, todos os concelhos perderam população comparativamente a 2011, com a exceção de Lousada, seguindo a linha do restante interior do país. Os três concelhos onde se verificou uma queda mais acentuada foram Baião (-14,6%), Cinfães (-13,1%) e Celorico de Basto (-12,1%). Números dos concelhos da região do Tâmega e Sousa: Amarante: CENSOS 2021: 52 131 habitantes——————————— CENSOS 2011:: 56 264 habitantes – Corresponde a uma variação de -7,3% Mulheres: 27 406 habitantes; Homens: 24 725 habitantes; Baião: CENSOS 2021: 17 527 habitantes————————————— CENSOS 2011:: 20 522 habitantes – Corresponde a uma variação de – 14,6% Mulheres: 9 226 habitantes; Homens: 8 301 habitantes; Castelo de Paiva: CENSOS 2021: 15 597 habitantes————————- CENSOS 2011: 16 733 habitantes – Corresponde a uma variação de -6,8% Mulheres: 8 062 habitantes; Homens: 7 535 habitantes; Celorico de Basto: CENSOS 2021: 17 666 habitantes———————– CENSOS 2011: 20 098 habitantes – Corresponde a uma variação de -12,1% Mulheres: 9 256 habitantes; Homens: 8 410 habitantes; Cinfães: CENSOS 2021: 17 747 habitantes————————————– CENSOS 2011: 20 427 habitantes – Corresponde a uma variação de -13,1% Mulheres: 9 144 habitantes; Homens: 8 603 habitantes; Felgueiras: CENSOS 2021: 55 883 habitantes——————————— CENSOS 2011: 58 065 habitantes – Corresponde a uma variação de – 3,8% Mulheres: 28 960 habitantes; Homens: 26 923 habitantes; Lousada: CENSOS 2021: 47 401 habitantes———————————— CENSOS 2011: 47 387 habitantes – Corresponde a uma variação de 0% Mulheres: 24 511 habitantes; Homens: 22 890 habitantes; Marco de Canaveses: CENSOS 2021: 49 563 habitantes——————– CENSOS 2011: 53 450 – Corresponde a uma variação de – 7,3% Mulheres: 25 799 habitantes; Homens: 23 764 habitantes; Paços de Ferreira: CENSOS 2021: 55 623 habitantes———————— CENSOS 2011: 56 340 habitantes – Corresponde a uma variação de -1,3% Mulheres: 28 261 habitantes; Homens: 27 362 habitantes; Penafiel: CENSOS 2021: 69 687 habitantes————————————- CENSOS 2011: 72 265 habitantes – Corresponde a uma variação de – 3,6% Mulheres: 36 240 habitantes; Homens: 33 447 habitantes; Resende: CENSOS 2021: 10 053 habitantes————————————- CENSOS 2011: 11 364 habitantes – Corresponde a uma variação de -11,5   No total, a região do Tâmega e Sousa passou de 432 915 habitantes em 2011, para 408 878 no CENSOS 2021, menos 24 037 habitantes, que equivale a uma redução de 5,6%. Desta população do Tâmega e Sousa, 212 025 são mulheres, e 196 853 são homens. Apesar da redução populacional, há um aumento nos agregados familiares de 3%, para um total de 148 354 agregados, a par de um aumento do número de alojamentos em 4,3%, que corresponde a um total de 203 782. O número de edifícios também aumentou em 3,3%, para um total de 162 442 edifícios.   Pode aceder aos dados preliminares do CENSOS 2021 através do seguinte link: https://censos.ine.pt/scripts/db_censos_2021.html

Amarante, Castelo de Paiva, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira e Penafiel recuam no desconfinamento

Concelhos de risco muito elevado: Albergaria-a-Velha; Albufeira; Alcochete; Alenquer; Aljustrel; Almada; Amadora; Arraiolos; Aveiro; Azambuja; Barreiro; Batalha; Benavente; Cascais; Espinho; Faro; Gondomar; Ílhavo; Lagoa; Lagos; Lisboa; Loulé; Loures; Lourinhã; Lousada; Mafra; Maia; Matosinhos; Mira; Moita; Montijo; Nazaré; Odivelas; Oeiras; Olhão; Oliveira do Bairro; Palmela; Paredes; Pedrógão Grande; Peniche; Portimão; Porto; Póvoa de Varzim; Santo Tirso; São Brás de Alportel; Seixal; Sesimbra; Setúbal; Silves; Sines; Sintra; Sobral de Monte Agraço; Tavira; Vagos; Valongo; Vila do Bispo; Vila Franca de Xira; Vila Nova de Famalicão; Vila Nova de Gaia; Vila Real de Santo António; Viseu. Conselhos de risco elevado: Águeda; Alcobaça; Alcoutim; Amarante; Anadia; Arruda dos Vinhos; Avis; Barcelos; Bombarral; Braga; Cadaval; Caldas da Rainha; Cantanhede; Cartaxo; Castelo de Paiva; Castro Marim; Chaves; Coimbra; Constância; Elvas; Estarreja; Fafe; Felgueiras; Figueira da Foz; Guarda; Guimarães; Leiria; Marco de Canaveses; Marinha Grande; Mogadouro; Montemor-o-Novo; Montemor-o-Velho; Murtosa; Óbidos; Ourém; Ovar; Paços de Ferreira; Paredes de Coura; Penafiel; Porto de Mós; Rio Maior; Salvaterra de Magos; Santa Maria da Feira; Santarém; Santiago do Cacém; São João da Madeira; Serpa; Torres Vedras; Trofa; Valpaços; Viana do Castelo; Vila do Conde; Vila Real; Vila Viçosa e Vizela. Deste modo, por exemplo, passa a haver limitação de circulação na via pública a partir das 23h e os restaurantes só podem funcionar até às 22h.30. Às sextas-feiras a partir das 19h00 e aos sábados, domingos e feriados durante todo o dia, o acesso a restaurantes para serviço de refeições no interior está permitido apenas aos portadores de certificado digital ou teste negativo. A limitação do número do número de pessoas por mesa mantém-se: máximo de 4 pessoas por mesa no interior e de 6 pessoas por mesa na esplanada. Passa também a haver a exigência de teste negativo ou certificado digital para o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local; Teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam; Outras imposições: Espetáculos culturais até às 22h30; Casamentos e batizados com 25 % da lotação; Comércio a retalho alimentar até às 21h00 durante a semana e até às 19h00 ao fim de semana e feriados; Comércio a retalho não alimentar e prestação de serviços até às 21h00 durante a semana e até às 15h30 ao fim de semana e feriados; Permissão de prática de modalidades desportivas de médio risco, sem público; Permissão de prática de atividade física ao ar livre até seis pessoas e ginásios sem aulas de grupo; Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela DGS; Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.

Alunos das Unidades Especializadas de Autismo do Agrupamento de Escolas Vale de Ovil praticaram canoagem no rio Douro

Os alunos que fazem parte da Unidade Especializada de Autismo do Agrupamento de Escolas Vale de Ovil,  tiveram uma manhã dedicada à canoagem, com o intuito de proporcionar aos mesmos,  experiências diversas para que usufruam estímulos sensórios-motores, sejam integrados em situações de interação e treinem competências de comunicação e autonomia. A iniciativa lúdico-pedagógica contou com a coordenação dos professores Luís Geada e Joaquim Moura e o apoio de elementos das equipas de profissionais que compõem a Unidade, nomeadamente os docentes de Educação Especial, uma terapeuta ocupacional, uma terapeuta da fala e os assistentes operacionais. A autarquia de Baião disponibilizou o transporte dos alunos,  e os Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere fizeram deslocar uma ambulância, um barco e dois elementos da corporação para assegurarem as condições de segurança. Participaram onze alunos, oriundos dos concelhos de Baião, Marco de Canaveses, Felgueiras e Amarante, uma vez a Unidade é uma referência na região.  

(C/áudio) CIM do Tâmega e Sousa organiza I Congresso Internacional do Caminho de Santiago – Caminho de Torres

A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) organiza, esta quinta e sexta-feira, dias 17 e 18, o I Congresso Internacional do Caminho de Santiago – Caminho de Torres. O evento, que será em formato híbrido – presencial, no Centro Cultural de Amarante, exclusivamente para oradores e parceiros do projeto, dada a lotação do espaço imposta pela DGS devido à pandemia de COVID-19, e online, para o público em geral. Presente na abertura do congresso, a Secretária de Estado e do Turismo, Rita Marques, deixou duas mensagens. José Luís Gaspar, presidente da Câmara Municipal de Amarante, enalteceu o facto do congresso se realizar em terras amarantinas. Declarações de José Luís Gaspar, aquando a inauguração do Congresso Internacional do Caminho de Santiago –Caminho de Torres. Durante dois dias, especialistas nacionais e internacionais do Caminho, designadamente de Espanha, França, Itália e Noruega, o assessor científico do projeto “Valorização Cultural e Turística do Caminho de Santiago – Caminho de Torres”, Paulo Almeida Fernandes, autarcas do Norte de Portugal e da Galiza, presidentes das Comunidades Intermunicipais da Região Norte e presidentes do Turismo do Porto e Norte de Portugal e da Galiza vão promover uma alargada reflexão, de carácter multidisciplinar, dedicada aos Caminhos de Santiago em Portugal e, em particular, ao Caminho de Torres. Depois deste Congresso, o Caminho de Torres será também apresentado em Salamanca e em Santiago de Compostela, em julho. Toda a estratégia promocional está a ser articulada a nível regional e nacional com as entidades que promovem os Caminhos de Santiago, nomeadamente a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e o Turismo de Portugal. O I Congresso Internacional do Caminho de Santiago – Caminho de Torres insere-se no âmbito do projeto “Valorização Cultural e Turística do Caminho de Santiago – Caminho de Torres”, cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.  

CIM do Tâmega e Sousa procedeu a várias ações de prevenção de incêndios florestais nos concelhos de Amarante, Baião e Cinfães

Classificadas como de média a muito alta perigosidade, os municípios de Amarante, Baião e Cinfães, foram alvo de prevenção de incêndios florestais por parte da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa). Foram intervencionados cerca de 650 mil hectares de floresta, através de ações de limpeza de terrenos e de fogo controlado, num investimento total de aproximadamente 345 mil euros. Em cada um dos concelhos, foi realizada a abertura de uma rede primária de faixas de gestão de combustível, uma intervenção que permitiu criar várias barreiras estratégicas de progressão dos incêndios florestais, quer através da diminuição da carga de combustível e, consequentemente, da sua continuidade, quer pela criação de locais de apoio ao combate a incêndios florestais. O objetivo passa por atuar estrategicamente em três eixos: diminuir a superfície percorrida por grandes incêndios, permitindo e facilitando uma intervenção direta de combate na frente de fogo ou nos seus flancos, reduzir os efeitos da passagem de grandes incêndios, protegendo vias de comunicação, infraestruturas, zonas edificadas e povoamentos florestais de grande valor, e isolar focos potenciais de ignição de incêndios, como sejam as faixas paralelas às linhas elétricas ou à rede viária, as faixas envolventes aos parques de recreio, entre outros. As ações contribuíram para o aumento da resistência e resiliência das zonas florestais aos incêndios, bem como para a defesa da população e dos seus bens, estando alinhadas com os objetivos definidos, a nível municipal, com os Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios destes concelhos e, a nível nacional, com a Estratégia Nacional para as Florestas e com o Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais. A operação “Instalação de redes de defesa da floresta contra incêndios na região do Tâmega e Sousa” foi promovida pela CIM do Tâmega e Sousa e cofinanciada pelo PO SEUR 2014-2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo de Coesão.    

Dolmen participou em reuniões de definição das novas estratégias LEADER/DLBC 2030

Decorreram nos dias 24 de março e 27 de abril, ações de trabalho promovidas pela Minha Terra – Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local, dirigidas aos Grupos de Ação Local. A Dolmen, entidade local gestora do Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) Rural Douro Verde 2020 nos concelhos de Amarante, Baião, Cinfães, Marco de Canaveses, Penafiel e Resende, foi uma das entidades participantes. A reunião possibilitou refletir sobre as prioridades das próximas Estratégias de Desenvolvimento Local, a aplicar pelos grupos nos respetivos territórios de intervenção, no próximo quadro de programação, ou seja, no LEADER/DLBC 2030. A primeira sessão centrou-se nas temáticas, áreas e tipologias de intervenção a incluir neste instrumento. Já a segunda teve enfoque no modelo de governação pretendido. Um dos pontos comuns a todos, é a necessidade de reforçar a autonomia de decisão de base local, permitindo assim que sejam acauteladas diferenças existentes entre territórios e definidas medidas que se adequem às realidades locais. O principal objetivo das Estratégias de Desenvolvimento Local é a promoção de territórios mais competitivos, sustentáveis, atrativos e coesos. As sessões tiveram lugar através da plataforma ZOOM.

Amarante – Homem de 63 anos detido em flagrante por posse ilegal de arma

Um homem de 63 anos, foi preso por posse ilegal de arma, no concelho de Amarante. A detenção ocorreu após uma denúncia por violência doméstica e ameaças, pelo que os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) apuraram que o suspeito, desde que se reformou, passou a consumir bebidas alcoólicas, adotando reiteradamente comportamentos violentos e intimidatórios na via pública contra a sua esposa e vizinhos. Em várias ocasiões, o suspeito, alcoolizado, munido com uma arma de fogo, efetuou diversos disparos nas traseiras da sua residência, injuriando e ameaçando de morte os vizinhos, causando desta forma alarme e inquietação social na população. Perante os comportamentos ameaçadores e violentos, foi realizada uma busca domiciliária, onde foi possível apreender uma arma de fogo sem documentação válida, uma arma branca e diversas munições. O suspeito foi detido e presente a primeiro interrogatório ontem, dia 28 de abril, no Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de proibição de adquirir ou usar armas de fogo ou armas brancas, devendo proceder à entrega no posto policial da sua área de residência de todas as armas que possua e obrigação de se sujeitar a tratamento à sua dependência alcoólica. Esta foi uma investigação do Comando Territorial do Porto, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Penafiel.

Amarante – Homem de 58 anos detido por violência doméstica

Um homem de 58 anos foi detido por violência doméstica, no concelho de Amarante. A detenção ocorreu no âmbito de uma investigação por violência doméstica, sendo que os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) apuraram que o suspeito manteve uma relação com a vítima, sua ex-companheira de 56 anos, durante nove anos, a qual terminou há cerca de um ano. Por não aceitar a separação, e pelo facto de a vítima ter começado um novo relacionamento, o agressor começou a adotar uma postura de perseguição e controlo diário sobre a vida da vítima, passando também a perseguir o atual namorado, injuriando-os e dirigindo-lhes ameaças de morte, reforçadas com recurso a armas de fogo. Com a escalada deste tipo de episódios e perante a gravidade dos factos, foram realizadas duas buscas, uma domiciliária e uma em veículo, tendo sido possível apreender quatro armas de fogo, um bastão e diversas munições, refere em comunicado a GNR. O suspeito foi presente ontem, a primeiro interrogatório,  ao Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de proibição de contactar com a vítima por qualquer meio ou forma ou por interposta pessoa, e proibição de adquirir armas de fogo. Esta foi uma investigação conjunta do comando Territorial do Porto, através do Núcleo ao Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de proibição de contactar com a vítima por qualquer meio ou forma ou por interposta pessoa, e proibição de adquirir armas de fogo.